Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2012
FELIZ 2013

Apesar dos silêncios que acentuam o frio deste meio de comunicação, o calor das nossas almas será sempre muito maior e as labaredas do Maio de 2013 de uma vez por todas nos convencerão de que continua a haver sempre um PRESENTE para o nosso intocável e glorioso passado!

A animus, blog e no Facebook, quer continuar a ser o Largo onde se incendeiam todas as fogueiras de que precisamos!

 

(Foto.Retirada da página de Cristina Granada e enviada por Carlos Mingacho.Fogueira de Alcains.)

 

Feliz 2013!

antónio colaço



publicado por animo às 09:36
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Domingo, 30 de Dezembro de 2012
PARABÉNS, VICTOR DIOGO!

Fazer anos não é preciso!
VIVER É PRECISO!

Parabéns, Victor Diogo (962351533).

antónio colaço



publicado por animo às 01:24
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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2012
LUIS COSTA

 

Colaço, o Luis Costa fez o lançamento do seu livro em Castelo Branco, que é a reprodução da última lição proferida na Escola Superior de Educação de Castelo Branco, em 25/11/2011.
Título : Debita nostra ( ou o espírito protestante e a ética do capitalismo ).
Um abraço,
Francisco Amaro

NR

Muito obrigado, Francisco.

A debruada ternura com que embrulhas o nosso Luís é eternecedora e o teu gesto só pode ser exaltado.

Vem na linha do que aqui tantas e tantas vezes temos solicitado.

A única pena é que entre os amigos que estão por Castelo Branco, o próprio Luís, quiçá, não tenham feito chegar um apontamentozinho, sequer, que complementasse a notícia do lançamento que antecipámos tanto quanto possível.

Mas... essa é uma mágoa com que temos de continuar a viver até que continuemos a achar que vai valendo a pena por aqui estar.

2

Uma animus "faz de conta" não interessa a ninguém, mas....pior do que a animus é a nossa AMIZADE começar a resvalar para essa dimensão e aí, Francisco, com serenidade, cada um continua a sua vida, matada que foi, do reencontro, a saudade.

 

Queríamos continuar a fazer de todos os dias, depois dos tantos reencontros, qualquer coisa de diferente, para melhor, que nos deixasse melhores, mas....sem gente?!....

Feliz 2013, Francisco, um daqueles com que sempre contámos em 2012.

antónio colaço

 

 



publicado por animo às 23:54
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FELIZ 2013

 

2013, o mesmo rio, o mesmo barco, a mesma vontade de remar contra a maré.

FELIZ ANO NOVO!!!

antónio colaço

 



publicado por animo às 12:01
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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2012
ANTÓNIO TROLHO. desejando CORAGEM para 2013

Para todos os "animados" vão os meus votos de boas festas natalícias e coragem para enfrentar o 2013 que, ao que consta, irá ser para esquecer. Haja saude. Grande abraço
Nunes Trolho ex/49

 



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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2012
PARABÉNS, AVÔZINHO VIRGÍLIO

Este não é a neta do Virgiliiiiinho!!!É o AVÔ da Maria a caminho de o ser!!!!UAU

 

O consumistico frenesi das últimas horas quase fez passar despercebido o teu/vosso NATAL!!!!

Um Menino - uma Menina, creio -  vos nasceu!!!

Parabéns, Virgílio (917851760) e mulher!!!!

Abraços, mesmo que apressados!!!!

antónio colaço



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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2012
CORAGEM PARA VIVER EM 2013

Votos de Bom NATAL e coragem para viver ou sobreviver em 2013.

Assis Cardoso

 

nr

Não conseguimos publicar PDFs, voltamos a repetir.Obrigado, na mesma, Assis!



publicado por animo às 09:36
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HAVERÁ SEMPRE LUGAR

BOAS FESTAS

Ao contrário do Natal de há 2012 anos, haverá SEMPRE LUGAR para os meus AMIGOS nas tantas grutas do meu dedicado coração!

Um Santo Natal!

Um DOIS MIL E TREZE cheio de....SORTE!



publicado por animo às 09:32
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Domingo, 23 de Dezembro de 2012
NATAL EM CARVOEIRO,ENVENDOS E BELVERescreve António Assunção

Caro amigo Colaço
Votos de boa saúde por essas bandas do sul do Tejo
Por aqui a beira Tejo, mas na parte norte, se vai preparando e ajudando a preparar a Festa do Natal.
Envio o cartão preparado para estas comunidades que, impresso, recortado e dobrado, faz lembrar o jogo de crianças do "Quantos queres?!"

Unidos no amor ao irmão

António Assunção

 



publicado por animo às 18:29
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NATALINOVASescreve Virgílio Moreira de Proença

Amigo Colaço, Boa Tarde
Aí te envio a minha participação num projecto patrocinado pela Cãmara Municipal de Proença-a-Nova denominado NATALINOVAS e que vai na quinta e última edição e cuja apresentação do livro deste ano dedicado ao Presépio vai ser apresentado este ano dia 22 de Dezembro às 16 horas no nosso Auditório.

Somos oito co-autores e cada um descreve como é que o presépio o marcou na sua infãncia.

Como prenda de Natal e para quem se der à pachorra de ler aí envio em anexo a minha colaboração.

 Para todo o universo dos que um dia nos cruzámos nos corredores de Gavião, Alcains e Portalegre vai um voto sincero de um Santo e Feliz Natal ,com um dois mil e treze melhor do que 2012.

Sejam felizes.

Um Abraço

Virgílio Moreira

O PRESÉPIO, AO VIVO, DA MINHA INFÂNCIA

Palavra mágica, criadora de sonhos, representação votiva, congregador de famílias, enlevo das crianças, celebração, tudo isto, é o presépio.

    Foi nos idos anos 50 que, ainda criança, houve um presépio ao vivo na minha escola que nunca, pela minha vida fora, esquecerei.

Em cada Natal que passa, e observando os presépios que se me têm deparado, pela vida fora, vem- me sempre à memória, aquele presépio daquela noite de Natal dos idos anos cinquenta.

Foi, em meados de novembro que, depois de finda a escola, a nossa professora com voz solene avisou:

- Este ano, vamos organizar, aqui na escola, um presépio vivo que será representado na noite de Natal. A estupefação foi geral e cada um à sua maneira ficou a ruminar o que seria aquilo dum presépio vivo, pois o que nós conhecíamos era o que, na nossa capela, todos os anos, os mais velhos faziam com figuras de barro inanimadas e estáticas.

Ao sairmos, e no caminho para casa, cada um exprimia a sua opinião sobre como seria o tal presépio, uns apontavam as dificuldades de arranjar os animais e como entrariam eles na escola, outros onde se arranjaria o menino Jesus, as ovelhas, os reis magos, os pastores, nossa Senhora, São José e todas as outras figuras que normalmente constituem um presépio.

O Sérgio, que se tinha mantido calado durante toda conversa, abriu a boca e com a sua voz juvenil acalmou a turma dizendo:

- Vocês não estejam preocupados, pois se a ideia foi da nossa professora ela já terá pensado nisso tudo.

Chegados a casa, a notícia depressa se espalhou pela aldeia, os comentários não se fizeram esperar, perante a estupefação de alguns, outros houve, que aderiram imediatamente ao projeto, não faltando quem se mostrasse logo disponível para ceder o seu boi ou o seu burro, pois ter animais no presépio eles sairiam de lá abençoados.

O tempo corria célere e nós, já impacientes, comentávamos em surdina:

- Será que a nossa professora desistiu da ideia? – Murmurou o André, ao mesmo tempo, que lançou a ideia de nomearmos um de nós que fosse falar com a professora.

Proposta aceite, delegámos tal tarefa no Carlos, como era o mais espevitado e atrevido da escola, era a pessoa indicada para tal missão e num final de dia de aulas lá vai o Carlos falar com a Senhora professora, nós ansiosos, ficámos, cá fora, aguardando pelo resultado da reunião.

Os nossos corações batiam descompassadamente, os nossos semblantes, carregados, pareciam indiciar que a resposta iria ser negativa e que o tal presépio vivo teria sido anulado.

O indigitado Carlos nunca mais aparecia, foi uma eternidade, alguns comentavam:

- Talvez já não haja presépio vivo e nós que já sonhávamos em ser o S. José, ou Nossa Senhora, um pastor ou rei mago, eis senão quando, aparece o Carlos esboçando um sorriso de orelha a orelha e nos tranquiliza:

- Vai haver presépio vivo e que presépio! - E vós que estáveis já para aí a congeminar? Tenham calma, amanhã, a nossa professora, vai dar-nos a conhecer, qual será a personagem que cada um desempenhará.

Uma algazarra, de alegria, ecoou pelo grupo e um turbilhão de sensações percorreu nossas cabeças, cada um, tentando adivinhar a personagem que lhe caberia em sorte, mas isso era segredo bem guardado até ao próximo dia, na cabeça da professora, mas a Neves cheia de entusiamo disse logo:

- Eu não me importava de fazer de Nossa Senhora. A Rosária, que estava ali ao lado, olhou-a, de alto abaixo e no fim acrescentou; tens mesmo uma fisionomia de Nossa Senhora fica mesmo a calhar

- E o S. José quem será? Tem que ser um que tenha a mesma altura da Neves e todos em coro gritaram, o José Martins, e para mais, tem o nome de José.

- Está bem, respondeu o Zé, mas não se esqueçam que é a professora quem amanhã vai escolher os felizardos.

A noite foi longa, nunca mais passava, que personagem a professora me irá atribuir? Será que vai ser aquela que eu estou a pensar? Como vai ser com o burro e a vaca? E os camelos, dos reis magos, onde ser arranjarão? Na minha cabeça e dos meus colegas corria um turbilhão de interrogações, que apenas era atenuado pela certeza de que a professora Albertina, organizada como era, tudo terá pensado e resolvido.

A manhã começou chuvosa e fria, mas se dia houve, em que fomos para a escola com vontade foi aquele a expectativa era grande e enquanto a professora não chegava o tema da nossa conversa era apenas, e tão só, o presépio vivo.

O Fernando levantou mais outras dificuldades; e os presentes dos Reis Magos? E a indumentária? E como vão caber as pessoas todas dentro da escola?

- Lá estão vocês, outra vez, a meterem-se onde não são chamados.- Atalhou o Artur.

- Deixem lá, a professora dirá como, tudo, irá decorrer.

A professora Albertina chegou, naquele dia, apresentava um ar diferente dos outros dias, ou então, eramos nós que, face à expectativa, assim a víamos.

Entrámos, na escola, cada um tomou o seu lugar, o momento era solene, um silêncio expectante inundava a sala, os olhos fitos na professora e os nossos corações, a cem à hora, pareciam querer estoirar.

A professora Albertina puxando, da gaveta da secretária, por uma folha de vinte e cinco linhas e, levantando-se olhou-nos a todos e iniciou a leitura:

- Prestem atenção ao que vos vou transmitir, para que tudo venha a decorrer com organização na noite de Natal. Todos terão um lugar, no presépio, ninguém ficará de fora, uma das nossas dúvidas já estava desfeita, todos iríamos participar.

Mas o que iria cada um fazer de concreto? Fixando os olhos, na folha, a Professora Albertina anunciou:

- De Nossa Senhora, faz a Neves, de S. José, o Zé Martins e de menino Jesus, faremos um boneco, em trapos, a imitar o Menino, as figuras principais do presépio já estão. Agora vamos passar às secundárias, de pastor farão o António, o Francisco e o Fernando e de reis magos, o Manuel, o Artur e o João que ficam, desde já, encarregados de arranjarem os presentes junto dos pais, os restantes farão parte do coro comigo.

Senhora professora como vai ser a gruta? Perguntou a Alice, não te preocupes, eu própria, desenharei, no quadro, um desenho a imitar uma parede pois o presépio irá ter lugar frente ao quadro, este fará de pano de fundo.

Toca a arranjar fatos, junto das vossas famílias, que se pareçam com os das personagens que ides representar. Necessito que, um dos vossos pais ajude, a construir, frente ao quadro, uma pequena estrutura em madeira para que, com lençóis, façamos uma cortina imitando um palco. Está bem, o meu pai não dirá que não, respondeu o Alfredo.

Na próxima semana começarão os ensaios, pois ainda me falta finalizar o guião que servirá para a entrada das personagens para o presépio. Todos têm que dar o seu melhor para que, no dia da apresentação, não haja falhas e agora já me esquecia só mais um pormenor quero-vos vos pedir o seguinte:

- Toca a avisar os vossos pais e toda a restante aldeia para na noite de Natal ninguém faltar à representação ao vivo presépio.

Aquele dia de escola, parecia nunca mais acabar e, quando por fim terminou, eis-nos correndo para casa dando a boa nova aos nossos pais: vamos fazer um presépio vivo na nossa escola. O que é isso de presépio ao vivo? Perguntou a mãe da Neves à filha e você ainda não sabe a melhor, eu vou fazer de Nossa Senhora. De Nossa Senhora? Sim mãe. E o meu colega, o Zé, de S. José, os outros interpretarão as outras personagens.

Está bem filha. Um presépio assim, sempre será melhor do que aquele que, ano após ano, lá na capela, é feito com figuras de barro, assim as pessoas sempre ficarão a compreender melhor o que foi o nascimento do Menino Jesus. Mas toma atenção, prepara-te bem, pois, fazer de Nossa Senhora não é uma personagem qualquer. Está bem, mãe, fique descansada.

A notícia dos preparativos propagou-se, pela aldeia, como fogo e como não houvesse família, na aldeia, que não tivesse um filho na escola, a ideia lançada pela professora Albertina, à semelhança do que fez S. Francisco de Assis, em 1223, na pequena cidade de Greccio no Centro-sul da Itália, tornou-se um projeto coletivo.

A noite de Nata aproximava-se, a passos largos, os ensaios corriam com empenho e todos, já se imaginavam, mostrando os seus dotes teatrais.

Na escola, frente ao quadro preto, já estava montada a estrutura, que o pai do Alfredo tinha feito e onde nós, dia após dia, íamos treinando os nossos lugares, as carteiras tinham sido levadas, para o alpendre, para dar mais espaço na sala de aula, pois toda a aldeia, irá estar presente.

Chegou, por fim, o dia tão esperado, a noite de Natal, que começou frio, como era próprio para a época e que era prenúncio duma noite estrelada.

Meia hora, antes, da hora marcada, o sino tocou já que, sem telemóveis, naquela época, era o melhor meio de a todos avisar e o presépio ao vivo também tinha a ver com a Igreja, tudo estava ligado.

Os caminhos que, da aldeia, encosta acima levavam até à escola, estavam agora salpicados por magotes de pessoas, que de lanternas na mão, e serpenteando, por aqui e por ali, faziam lembrar um baile de bruxas, tentando chegar à escola.

     Com tanta gente, e uma escola pequena, cada um lá se foi acomodando, tentando arranjar um espaço para colocar os bancos trazidos de casa, que foram providenciais

Chegada a hora marcada, feito silêncio, aberta a improvisada, cortina e com a voz de comando da professora, deu-se início à representação, secundada pelo coro ia, de forma musicada, explicando a função de cada personagem, a qual, ia dando entrada no presépio e ocupava o seu lugar.

     Os atores, com ar solene, com as indumentárias próprias de cada personagem tinham, à sua frente, uma assistência, que de olhos arregalados, tecia, aqui e ali, alguns comentários às suas personagens preferidas, pouco a pouco, se foi construindo o presépio, que ficou completo com a entrada dos reis magos.

O quadro estava agora, completo e majestoso, pronto a ser comtemplado e assim permaneceu, por largos momentos, para permitir aos presentes admirar e meditar tão sugestivo quadro, que este sim, os levava de uma forma fácil a vivenciar como terá sido o nascimento do Menino Jesus em Belém e, quão diferente era, do frígido, e inanimado presépio, que todos os anos, era feito na nossa igreja?

O silêncio só foi quebrado pelo balir dos cabritos trazidos pelos pastores que, cansados de estarem aos ombros dos seus portadores, durante tanto tempo, assim manifestaram a sua impaciência, este alerta contribuiu para acelerar o fim da representação.

Não fosse o facto dos cabritos se terem lembrado do leite das suas progenitoras, o presépio vivo, teria ficado por muito mais tempo, porque o ambiente da sala lembrava que, ali, estava, já, um pedação do céu.

O presépio vivo não se desfez, sem que antes, pela sala, ecoa-se uma estrondosa salva de palmas, que a muito custo, a Professora Albertina conseguiu calar para, emocionada, se fazer ouvir e a todos agradecer por ter sido possível, com o contributo de todos, transpor de Belém para a nossa escola, o presépio.

    Todos partimos, já noite avançada, ufanos pelo que fizemos, rumo aos nossos lares, mas naquela Noite de Natal, ali, como participantes no presépio ao vivo e com a nossa família ali, ao nosso lado, foi o melhor lar do mundo, onde apetecia ter ficado para sempre.

   

    Belchior

 



publicado por animo às 18:22
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