Terça-feira, 30 de Abril de 2013
IN MEMORIAM PADRE EMÍLIO

Caro amigo Colaço
Mando notícia do nosso "simpático" Padre Emílio que regressou à casa do Pai, conforme mensagem em anexo E, para além disso, está o facto de ter sido sepultado na sua terra natal, a mesma do nosso colega de seminário Manuel Carrilho que acompanhámos ao mesmo cemitério na Escusa. Escusado será dizer que ali o lembrei... e nos lembrei... e quando esta manhã estava no cemitério alguém se aproxima e diz "Lembro-me que esteve aqui no funeral do Manel com os amigos da animus... ele também escreveu muitos versos que guardo" Continuando a preparar ALCAINS 2013 e o cinquentenário

Com amizade

 A Assunção

 


 

Em cumprimento do estabelecido no número 1 do Capítulo V do Regulamento Interno do Instituto Diocesano do Clero, cabe-nos o dever de informar o falecimento do Rev.do PADRE EMÍLIO RAMIRO ANDRADE SALGUEIRO.

O senhor Bispo presidirá ao funeral, amanhã, Sábado, 27 de Abril, às 10:0h, na sua terra natal - Escusa, paróquia de São Salvador de Aramenha, concelho de Marvão.

Hoje à noite, às 21:30h, também em Escusa, haverá a celebração eucarística em sufrágio do Padre Emílio.

Nascido a 7de Maio de 1931, na freguesia de Aramenha, concelho de Marvão, filho de João Andrade Salgueiro e de Júlia da Conceição Ramiro, foi ordenado Presbítero a 9 de Junho de 1955.

Serviu a Igreja diocesana como coadjutor de Ponte de Sor, professor do Seminário de Gavião, primeiro pároco de Longomel, professor do Seminário de Alcains, encarregado da paróquia de Ladoeiro, vigário paroquial de Ponte de Sor, pároco de Beirã, pároco de Montes da Senhora, Alvito e Peral.

Após a sua jubilação, residiu algum tempo no Seminário de Portalegre e, mais recentemente, dado o agravamento do seu estado de saúde, ingressou na Casa de Repouso Senhora da Penha, em Portalegre, onde faleceu esta madrugada.

Como prevê o artigo 7º, § único dos Estatutos do Instituto diocesano do Clero, cada membro do Presbitério deverá celebrar uma Eucaristia de sufrágio por este nosso irmão no sacerdócio.

Na oração, que torna experiência viva a comunhão dos Santos pelo Baptismo, lembremos o Padre Emílio ao Senhor da Vida, pedindo que lhe revele o seu rosto e o acolha no seu Reino; Ele que o chamou ao seu serviço, o receba na sua Glória.

R.I.P.

Portalegre, 26 de Abril de 2013

O Secretário do IDC



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Sexta-feira, 26 de Abril de 2013
INSCRIÇÕES . ESTAMOS QUASE NOS CEM. mas a meta era não ficar atrás das mais de 200 de Alcains há dois anos.....

Acabadinha de chegar enviada pelo Carlos Mingacho, eis a LISTA que registou nas últimas horas mais algumas adesões.

É verdade que o pessoal gosta de deixar as coisas para a última hora.

Mas....se pensarem que há decisões a tomar e que implicam ter, atempadamente, conhecimento do número o mais aproximado possível, então talvez nas próximas horas voltemos a ter mais uma "avalanche" de inscrições.

2

Ninguém pode ser obrigado a ter saudades de alguém, escrevia há pouco para o Mingacho, por forma a animá-lo já que é um dos que está mais próximo de toda a logística que é preciso montar, para 100 ou....para 400, por exemplo!!!!
3

Voltamos a relembrar o seu número:CARLOS MINGACHO 969859175.

Vem aí um soalheiro fim-de-semana, toca a acrescentar mais sol ao SOL DO DIA 18 DE MAIO, EM ALCAINS.

 

antónio colaço

apoio

carlo mingacho

Na redacção da animus ignoramos ainda qual o prato principal mas, por mim, tendo uns "pasteis vigaristas" como entrada, um tinto seleccionado pelo Mingacho e.....venham quantas petingas quiserem juntar-se ao monástico feijão frade ou, como nos nossos tempos, feijão preto!!!!

                   

ALCAINS 2013

18 DE MAIO

INSCRIÇÕES

Abílio Delgado e esposa (Isabel)

2

Adriano Mendes e esposa (Ana)

2

António Colaço e esposa

2

António Eduardo Oliveira e esposa (Adriana)

2

António Manuel Alves Martins

1

António Manuel M. Silva

1

António Martins Silva e esposa (Maria Manuela)

2

Arménio da Silva Duque

1

Armindo Dias

1

Augusto Pissarreira

1

Carlos Diogo e esposa (Lurdes)

2

Carlos Filipe

1

Carlos Mingacho e esposa (Cesaltina) + Vítor e Alexandra

4

José Andrade e esposa (Clara)

2

José Antunes Figueira

1

Francisco António Farinha Manso e esposa (Olávia)

2

Francisco S. Amaro e esposa (Filomena)

2

Horácio Leal Martins

1

João Castanho e esposa

2

João Chambel e esposa (Prazeres)

2

João Mendes Gregório, esposa e neta

3

João José Carrajola Abreu

1

João Peres e esposa (Isabel)

2

Joaquim Antão

1

Joaquim Caroça Minhós e esposa (Alice)

2

Joaquim Mendeiros e esposa (Adelina)

2

Joaquim Nogueira

1

Joaquim Silvério e esposa (Maria da Conceição)

2

José António Castiço Marquês

1

José Centeio e esposa (Alice Rodrigues)

2

José Eduardo Alves Jana

1

José Henriques Mateus Dias e esposa (Sandra Jorge)

1

José Manuel Capinha e esposa (Maria da Conceição)

2

José Ventura e esposa (Emília)

2

Manuel Antunes e esposa

2

Manuel Inácio e esposa (Fernanda)

2

Manuel Lopes Cardoso e esposa (Noémia)

2

Manuel Lopes Dias e esposa

2

Manuel Pires Marques

1

Manuel Vilela Nunes e esposa

2

Mário Pissarra e sua esposa (Fernanda)

2

Padre Assunção

1

Padre Bonifácio

1

Padre Manuel Mendonça

1

Padre Rui (Pároco de Alcains)

1

Sílvio Lopes Barata

1

Torres Heitor

2

Virgílio Moreira

1

 

79





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APRENDER A NÃO TER PRESSAescreve Zé Centeio sobre as aventuras de Francisco Pedro

 

Francisco Pedro.O filho do Zé Cardoso Pedro.

 

Aprendemos a não ter pressa.

Se um dia alguém me propusesse tal aventura, mesmo nos meus tempos de maior loucura e irresponsabilidade, eu diria que se não eram loucos seriam doidos varridos.

 Além disso, sofro desse mal terrível que é o enjoo.

 Boleia de barco?!

Estes jovens devem estar loucos.

É verdade, são mesmo loucos, mas uma loucura saudável, de fazer inveja a quem o tempo já não permite tamanhas aventuras.

 

 Como eu desejaria, neste mundo tão agitado, aprender a não ter pressa, a ter a paciência e dar-me o tempo para desfrutar da beleza dos sítios por onde vou passando, usufruir da vida e não dos adereços que a vida nos dá.

Fica-me uma dúvida, uma preocupação: será que o trabalho, enquanto acto criativo não faz parte da nossa vida?

Será apenas uma pausa nas nossas vidas?

 Bem sei que o trabalho se transformou em emprego, deixando para trás outras utopias. Hoje as loucuras, as utopias, são outras, bem diferentes.

Mas eu sou daqueles que acredita - a cada um as suas utopias - que estas boleias feitas de encontros e reencontros entre gente de vários mundos é também caminho para um MUNDO melhor e mais justo.

Obrigado, Francisco, pelas tuas aventuras de repórter.

 Pela parte que me toca, a tua escrita faz-me bem à alma que, na minha forma de resistir, continua a recusar vender-se aos demónios deste mundo. Um abraço, estejas onde estiveres.

Um abraço para todos os que encontrares e contigo se cruzarem.

 Diz-lhes que neste pequeno cantinho há gente que acredita na sua grande generosidade.

 

Zé Centeio



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Quarta-feira, 24 de Abril de 2013
INSCRIÇÕES SOMAM E SEGUEM . MINGACHO ASSUME LISTA. AUTOCARRO DE LISBOA AGUARDA INSCRIÇÕES

 

 

É assim:

1

Antes de mais, este rapaz, faz hoje 57 anos!!!
Chama-se Carlos Mingacho e está no 969859175 à espera não só dos vossos parabéns, mas, também, que o contactem para confirmarem a vossa inscrição para Alcains, 18 de Maio, data do nosso ENCONTRO ANUAL.

2

Segundo nos informou o Adriano Afonso, que aqui demos como estando a coordenar A LISTA, essa tarefa está agora a ser desempenhada pelo Mingacho.

E foi dele que recebemos a ACTUALIZAÇÃO DE INSCRIÇÕES que aqui estamos a divulgar.

Portanto, pessoal da última hora, toca a inscreverem-se!

3

Para o pessoal de Lisboa há um autocarro, como costume, mas o Manel Pires Antunes também está a ficar impaciente.

Ora leiam e entrem em contacto com ele: MANEL PIRES ANTUNES 919414179

antónio colaço

Como é facil de ver, o Manel ainda não mudou o destino da "caminheta":ALCAINS-LISBOA


Caro Colaço,


Estou preocupado com as inscrições para o autocarro. Tenho estado à espera para ver se vale a pena estar-me a comprometer com um autocarro (só alugam a um particular, porque o dono me conhece, quer através do Banco, quer através da Junta) e, depois, ficar com o menino na mão!
Nesta altura, só tenho 9 inscrições:
. Manuel Pires Antunes                                 - 2
. Manuel Pires Marques                                - 1
. Joaquim Nogueira                                       - 1
. Figueira                                                     - 1
. Torres Heitor                                              - 2
. Manuel Inácio                                             - 2

Amanhã, dia 24, vou arriscar, porque, daqui a pouco, já não há autocarro para ninguém. Vamos lá ver se ainda há!

Um abraço
Mpa

PS.: A empresa tem autocarros de 35/6 e 50 lugares. O de 50 sai sempre mais barato! (quando completo).
..........................................................................................................................................

 

                   

ALCAINS 2013

18 DE MAIO

INSCRIÇÕES

Abílio Delgado e esposa (Isabel)

2

Adriano Mendes e esposa (Ana)

2

António Colaço e esposa (Filomena)

2

António Manuel Alves Martins

1

António Martins Silva e esposa (Maria Manuela)

2

Arménio da Silva Duque

1

Armindo Dias

1

Augusto Pissarreira

1

Carlos Diogo e esposa (Lurdes)

2

Carlos Filipe

1

Carlos Mingacho e esposa (Cesaltina) + Vítor e Alexandra

4

Francisco António Farinha Manso

1

Francisco S. Amaro e esposa (Filomena)

2

Francisco Manso e esposa (Olávia)

2

Horácio Leal Martins

1

João Castanho e esposa

2

João Chambel e esposa (Prazeres)

2

João Mendes Gregório, esposa e neta

3

João José Carrajola Abreu

1

João Peres e esposa (Isabel)

2

Joaquim Antão

1

Joaquim Caroça Minhós e esposa (Alice)

2

Joaquim Mendeiros e esposa (Adelina)

2

Joaquim Silvério e esposa (Maria da Conceição)

2

José António Castiço Marquês

1

José Centeio e esposa (Alice Rodrigues)

2

José Eduardo Alves Jana

1

José Henriques Mateus Dias e esposa (Sandra Jorge)

1

José Ventura e esposa (Emília)

2

Manuel Antunes e esposa

2

Manuel Lopes Cardoso e esposa (Noémia)

2

Manuel Lopes Dias e esposa

2

Manuel Vilela Nunes e esposa

2

Padre Assunção

1

Padre Bonifácio

1

Vergílio Moreira

1

 

61





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Segunda-feira, 22 de Abril de 2013
INSCREVE-TE, PÁ!!!apelo de Joaquim Mendeiros

Caro António,
Agora não te podes queixar. Tens publicado material com fartura.
Envio-te um texto apelando às incrições. Tens sido incansável e já tiveste uma
recompensa quando o papa escolheu o nome do teu neto. Bem sei que não teve eco a tua
iniciativa de tentares levar o Frei Bento Domingues para Roma, mas também não se pode
ter tudo. Pode ser que que o teu neto venha a ser o Francisco II...
Abraços
Mendeiros

INSCREVE-TE, PÁ…

 

Meu Caro Amigo,

Já sei que és do teu tempo e que cada um tem o seu. Mas se fores também do meu, certamente te vais lembrar de algumas lembrançasque te vou contar e que farão de ti um homem com muito mais saudades do tempo de Alcains e, logo, portanto, por conseguinte, por consequência (cá estão as conjunções conclusivas, lembras-te?) com vontade de lá voltares no próximo grande ENCONTRO ANUAL- 18MAI2013.

Começo, então, pelas coisas mais deliciosas para te abrir o apetite…

Como estarás lembrado, a nossa consciência nunca era muito pesada, porque éramos todos amigos e bons rapazes, e não fazíamos mal a ninguém. “Mangávamos” de vez em quando, uns com os outros, mas era tudo na brincadeira…

Lembras-te, por exemplo, de como tínhamos sempre à mão um bom número de pioneses para os colocarmos estrategicamente no “assento” da carteira, para uma injecção pionésica, ao menor descuido do companheiro da frente? Por vezes o alvo falhava e lá andava o pionés agarrado ao “cu das calças” do visado, sem honra nem glória para ninguém…até cair no chão.

Quando picava mesmo, dava para uma boa gargalhada!

Lembras-te de outras boas gargalhadas, quando o Cónego Falcão nos conduzia pelo “Je vous salue Marie…” antes da aula de francês, entoando a oração com umas inflexões de voz de “partir o coco”?

Lembras-te das duas (e sempre só duas) célebres anedotas do Monsenhor Moura nas agitadíssimas aulas de inglês clássico (muito diferente do inglês técnico de hoje) onde ficávamos a saber que Sócrates (o grego, não o português), não tinha sido envenenado com cicuta…mas atropelado por um recruta? E de como o sensível nó vital era, por efeito do “espírito santo de orelha” transformado em “quase dez” ?

Lembras-te, porventura, das ladainhas que fazíamos num percurso próximo da capela, saindo e voltando a entrar, em procissão, invocando todos os santos, respondendo em coro, depois de cada invocação “ te rogamus audi nos”, que o pessoal mais brincalhão traduzia por “até Reguengos vamos nós”, vá-se lá saber porquê…?

Lembras-te de como ficavas a saber que ias ser “chamado” a inglês, nas aulas do 5.º ano, do Monsenhor Moura porque eu, como sacristão, tinha o cuidado de espreitar a caderneta que o monsenhor tinha aberta na gaveta da secretária, fazendo a marcação a lápis, com um pontinho, na pauta do infeliz contemplado?

É claro que este cuidado não foi só meu, era uma incumbência de todos os sacristães da capela do Monsenhor Moura e do Cónego Falcão, como um ritual que se transmitia de sacristão para sacristão e que acontecia depois do almoço, mas a verdade é que tinha os seus riscos… e se calhar até era pecado !!!

Se era, terá ficado por confessar, porque não me lembro de alguma vez o ter reportado ao Monsenhor Félix…nem poderia, claro, porque a espreitadela era por uma boa causa…

A propósito de pecados, lembras-te de como pecávamos …?

Lembras-te…bem, como já vai longa, a lenga lenga, não te vou lembrar mais nada. Deixo outras lembranças para o próximo ano e para que não digas que só falo do passado, vou-te falar um pouco do presente, uma vez que do futuro não posso, que esse a Deus pertence.

Pois, meu amigo, quanto ao presente, tenho andado bastante atarefado a pensar como resolver os problemas do país (não os da nossa associação, que esses não têm solução) e é por isso que não tenho correspondido aos apelos do António Colaço para escrever na Animus.

Como encontrei a resposta, ela aí vai e “à borla”, como agora se usa, para servir de exemplo.

Comecemos pela agricultura. Nesta área, tenho feito uma cultura intensiva, no meu quintal, de alfaces, couves, nabos, alhos, tomates, abóboras, cenouras, favas, batatas e feijão. Para além disso, tenho 5 laranjeiras, 5 pessegueiros, 3 ameixoeiras, 2 limoeiros, 2 figueiras, 2 nespereiras, 2 macieiras, 1 pereira 1 damasqueiro e 1 romãzeira.

A ideia é a auto-suficiência caseira e trocar os excedentes por coelhos, galinhas, ovos, patos, perus, porcos e vitelas.

Quanto às pescas, vou comprar uma cana moderna com todos os apetrechos e pescar por aqui uns robalos, uns sargos, umas douradas e uns salmonetes para consumo próprio e para trocar os excedentes por gambas, camarões, lagostas e choco frito.

Quanto à indústria, teremos todos de colaborar para, em conjunto, investirmos na exploração das energias renováveis e também nas fósseis, como o petróleo e o gás natural, e em fábricas de ferramentas eléctricas para exportação, ideia que me surgiu há dias, quando semeava batatas. Para isso, vamos trazer do estrangeiro todos os milhões que lá temos nos bancos, como fizeram recentemente alguns banqueiros, e, em três penadas, ficará também resolvido o problema do desemprego.

Finalmente, no turismo, vamos deixar de fazer cruzeiros na Caraíbas e deixar de ir para hotéis de sete estrelas no Dubai ou andar de tartaruga nas Seychelles.

Vamos fazer turismo, exclusivamente, interno, usufruindo da nossa literatura, da nossa pintura e da nossa gastronomia, começando por ALCAINS, no próximo dia 18 de Maio, onde poderemos apreciar os livros do Zé Castilho, a pintura do Francisco Amaro e as papas do Carlos Mingacho.

Inscreve-te, já, pá !!!!

Até lá.

Joaquim Mendeiros



publicado por animo às 11:33
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Domingo, 21 de Abril de 2013
CELEBRAR 50 ANOS DE GAVIÃO EM ALCAINS . PROCLAMAÇÃO AOS ALUNOS DE 1963

Alunos de 1963. Gavião.Quinta do Carvalhal

 

Nada nem ninguém nos devolverá o futuro que traziamos estampado nestes rostos.

Cinquenta anos depois é possível, no entanto, voltarmos a olharmo-nos olhos nos olhos como quem descansa a meio da caminhada, porque estamos cá todos, mesmo que com os nossos queridos Álvaro Esteves, Armando Severino e o Manuel Carrilho já na eterna cavaqueira que pressentimos.

 

Em 2000 reencontrámo-nos na Ericeira na passagem do século.

Jurámos que nunca mais nos iríamos separar e prometemos reunir as nossas forças para reconfortar aqueles de entre nós que se sentissem mais enfraquecidos.

Alargámos os nossos encontros e partimos à descoberta daqueles que nos serviram de modelo e nessa procura conseguimos ainda ter tempo para perceber que, afinal, muito antes de nós, outros tinham dado os seus primeiros passos nos trilhos que então calcorreámos.

 

Como têm sido tão bons os alargados Tabores que todos os anos nos fazem acreditar que, afinal, há um novo sacerdócio para exercermos e do qual NUNCA fomos afastados e em nome do qual foi e é possível perceber que, afinal, o Mestre que seguimos, cada qual à sua maneira, só nos pede que "onde dois ou três se reunirem em Meu nome, Eu estarei no meio deles". 

 

É por causa de tudo o que aqui se diz mas em nome do muito que fica para dizer no dia 18 de Maio, em Alcains, que peço aos meus companheiros de entrada em Gavião em Outubro de 1963, que façamos de Alcains, este ano, o nosso Gavião de há 50 anos.

 

Pessoal, o Adriano Afonso, 919900320 aguarda a vossa inscrição, tal como a minha e da minha companheira, que, aqui e agora, tomo a liberdade de fazer.

 

Peço, por isso, com acrescida alegria, aos nossos amigos de todos os outros anos, e que ainda não fizeram a sua inscrição, que o façam pois há compromissos financeiros para assumir e que exigem um atempado conhecimento de quantos vamos ser, por parte daqueles que estão mais directamente envolvidos para que nada falhe, e a quem daqui saúdo, nomeadamente, aos nossos amigos Mário Pissarra e Carlos Mingacho!

 

TODOS ÀS INSCRIÇÕES!!!

antónio colaço

 

 

 



publicado por animo às 12:48
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O QUE FAZEM OS FILHOS QUE FIZEMOS.escrevem Zé Pedro e o filho Francisco Pedro

Francisco Pedro, Dina e o Zé Pedro.

 

Amigos,

 

o jonal i publicou, na edição deste fim-de-semana, uma reportagem do Francisco. Tem chamada na 1.ª página e é capa do suplemento LIV  "Bateau stop. À boleia, de barco em barco". No interior é que estará o título original "À boleia do vento / Lugar a bordo para chegar ao mundo pela porta do mar".

 

Dizia-nos ele, em mail recente:

"Mochila as costas e ao improviso, lá vou fazendo umas incursões no jornalismo. (...) Envio-vos a ultima reportagem que escrevi. Através de outros mostra um pouco dos últimos meses da minha vida."

 

Não a encontrando disponível no ionline, anexo uma primeira versão da mesma reportagem já publicada noutros locais (ainda que sem a revisão final e as fotos).

 

Ainda a escreveu na Martinica, de onde partiu, mais uma vez, à boleia do vento. Ainda andará (?) pela Venezuela, aonde chegou uns dias antes das eleições.

 

Abraços,

Zé Pedro

 

TÍTULO: à boleia do vento 

 

ENTRADA:

Recusam o avião, partem sem pressa. Todos os anos, centenas de jovens de mochila às costas surgem pelas marinas de Lagos ou de Cascais, de Gibraltar ou da Bretanha, das Canárias ou de Cabo Verde. Procuram uma boleia – uma boleia a bordo de um veleiro, que os leve ao outro lado do oceano. Retrato desta nova tribo nómada, a povoar um meio que há décadas junta elites endinheiradas e loucos aventureiros

 

 

TEXTO:

Novembro 2012, longitude 15° oeste

Termina a época dos ciclones no Atlântico, começa a das travessias: o mar das ilhas Canárias fervilha de veleiros. Junto a marina de Las Palmas, entre os maioritários polos e sapatos de vela, há jovens de mochilas e instrumentos de música as costas. Caminham quilómetros pelos pontões, nadam até aos barcos ancorados: “Bom dia! Por acaso vão atravessar o oceano? Precisam de tripulantes?”

“A boleia de barco consiste em perguntar às pessoas que têm veleiros se gostariam de te embarcar, em troca de que tu ajudes na navegação, facas pequenos trabalhos, tomes o leme, cozinhes”, explica Berta, uma catalã de 22 anos. Cabelo curto, olhos brilhantes apontados ao lado de lá do oceano. Cansada das grandes cidades, Paris, onde estudou literatura, Barcelona, onde cresceu, “tinha esta ideia de partir, fazer uma grande viagem. A boleia és super livre. A qualquer momento podes dizer 'hoje ponho-me a procura de um barco para outro lugar'. E, se não tens dinheiro, abre-te uma possibilidade de viajar.”

Todos os anos, por esta altura, são centenas de jovens como Berta que surgem pelas marinas de Lagos ou de Cascais, de Gibraltar ou da Bretanha, para procurar uma boleia para atravessar o oceano. E é aqui, nas Canárias, que todos os caminhos se cruzam. “Las Palmas é um pouco louco. Tornou-se a Meca da boleia de barcos”, conta Manon, jovem austríaca de cabelos loiros, que com o seu companheiro Adrien, embarca numa viagem que os levará a Cuba. “Sabíamos que se tinha tornado super popular nos últimos anos, porque toda a gente fala disso. Mas quando chegámos ficamos chocados: havia hordes de viajantes a boleia. Dissemos 'uau, nunca conseguiremos encontrar um barco.'”

Para Alexis e Flo, irmãos de 28 e 24 anos que fugiram ao mau tempo parisiense para descobrir a América do Sul, a busca dura já há um mês. “Temos todos algo em comum, mas um sem fim de trajetórias diferentes. Há gente de todas as nacionalidades, velhos e novos, mais ou menos hippies, pessoas ricas, da classe media, ou cujos pais nunca tiveram dinheiro...”

O 'bateaustop', como foi batizado em francês, faz-se em qualquer parte do mundo onde haja veleiros e não é um fenómeno de agora. “Já o meu pai e o meu tio navegavam a boleia. Mas era diferente: era algo mais entre marinheiros, havia muito menos gente. Acho ótimo que haja tanta gente, porque abre o meio a outras pessoas”, conta Quentin. Cabelos compridos soltos, pequeno Mogli dos mares, cresceu a bordo de um veleiro, e procura agora um barco para ir ter com o seu irmão a Guadalupe. .“Mesmo que tenha sempre havido os ricos, com os barcos super belos, antes havia sobretudo aventureiros. As Canárias e as Caraíbas estavam repletas de viajantes. Hoje a maioria são velejadores de férias ou reformados, que ficam pelos bares das marinas. Os viajantes a boleia trazem esse espírito de descoberta, de aventura”.

Há capitães que aproveitam para exigir uma contribuição para a caixa de bordo que vai muito alem das despesas da viagem: dez a quarenta euros por dia. A partir de janeiro, haverá cada vez menos barcos a atravessar. Há quem desista, há quem faca novos planos.

“Mesmo havendo muita gente, a procura não se torna competitiva, há muita entre-ajuda. Todos partilham os seus planos: 'vai ali, há este e aquele barco'”, contam Alexis e Florian. Dezenas de jovens viajantes ocuparam um enorme hotel abandonado, voltaram a dar-lhe vida e uma gestão coletiva, para que possa acolher quem precisa. Partilham cigarros e canções, sonhos e saberes. Partilham o prazer de partir sem pressa. “E”, admite Alexis, num sorriso, “toda a gente acaba por ter sorte”.

 

Dezembro 2012, longitude 30° oeste

Alexis imaginara-se na América Latina pela altura do seu aniversário. A previsão falhou uns meses. Os dois irmãos e o casal de reformados que os embarcou estão sentados na proa, especialmente decorada. Há bolo e ementa especial. Mindelo )com muitos veleiros e de jovens a boleia) e as ilhas de Cabo Verde desaparecem lá onde nasce o sol. O imenso azul toma conta da paisagem. Sem aviso, chega a chuva torrencial.. “Ali continuamos meia hora, de t-shirt e calções, encharcados, a comida transformada em sopa. Felizes, como crianças!”

“A viagem começa logo com a felicidade de ter encontrado um barco, de finalmente deixar Las Palmas. Partir, avançar, deixar a Europa!”, diz Alexis. “É uma alegria que não ha quando ando a boleia em terra: subo a um barco e ja estou feliz, só por navegar”, conta Berta. “Entrar no barco de alguém é como entrar na sua pequena cabana. Está cheio de fotos, livros, historias das viagens.” Manon, habituada a correr as estradas do mundo á boleia, lembra que num barco “há o aspeto psicológico de passar imenso tempo com alguém, num espaço super confinado, e de se por a sua disposição”. Ela e Adrien, com dois outros “bateaustopeurs”, seguem no no iate de um rico empresário francês, que cedo se revela “um capitão um pouco ditatorial”: “tínhamos todos medo das suas intensas flutuações emocionais”.

Como a maior parte dos que atravessam a boleia, nenhum deles tinha alguma vez navegado. “Não conhecia absolutamente nada. Nem sabia se enjoava ou não. É uma descoberta de A a Z, é super excitante.”, conta Manon. Descobrem Tabarly e Moitessier e deixam-se inspirar pelos grandes velejadores. A experiência desperta paixões, por vezes para a vida.

Para Manon e Adrien, mais do que um sonho antigo, viajar assim era uma escolha óbvia: não tinham dinheiro para viajar num cargueiro, e há muito que recusam o avião. “Quando sabes que há um verdadeiro problema de emissão de CO2 e continuas a viajar de avião só para teu próprio prazer, é algo tão egoísta, e tão desprezante em relação a todos os que não o podem fazer e que sofrem as consequências das alterações climáticas. O avião é um dos últimos marcadores das injustiças sociais ao nível do planeta: nós temos a sorte de apanhar aviões super baratos, um privilegio dos super ricos. Os aviões vão dos sítios dos ricos (Paris, Londres e Frankfurt) aos sítios dos pobres, não ao contrario.”

“De avião estás muito mais enquadrado, há meses que sabes que vais chegar no dia tal, a hora tal, ao sitio tal”, acrescenta Quentin, “assim tudo é imprevisível.” “Quando vês uma ilha aproximar-se, a terra a vista, é de loucos”, explica Alexis, “contas os dias e as horas.” “Quando recusas apanhar o avião e vais pela terra ou pelo mar, isso faz-te descobrir e compreender tantas outras coisas, sobre a história, a geografia... vês outra coisa”, diz Manon. “Para mim é impressionante estar a fazer um trajeto que é tão marcante historicamente: a rota da colonização, das conquistas, do esclavagismo.” No mesmo oceano, a mesma rota: outrora feita para expandir o império, para conquistar, hoje para escapar ao império do consumo, para descobrir outras paisagens e formas de viver.

 

 

Marco 2013. longitude 60° oeste

Le Marin, na Martinica, é a maior marina das Caraíbas. Os bares, repletos de gente, tem as paredes repletas de anúncios. Dominica, Colômbia, oceano Pacifico, Europa... Há barcos a partir em todas as direções – e jovens desejosos por um lugar a bordo. Ponto de encontro daqueles que conseguiram chegar a este lado, palco de reencontros efusivos entre 'bateaustopeurs' que se tinham cruzado nas Canárias, em Cabo Verde, noutras ilhas das caraíbas, semanas ou meses antes. Partilham-se histórias impressionantes das travessias.

Há Jean François, o guitarrista e geólogo suíço de 70 anos, um experimentado das boleias de barco. Os dois jovens do Quebeque, que, sem nunca terem navegado antes, descobrem que se safam melhor do que o capitão, que acaba por lhes confiar o barco e dinheiro para o levarem ate ao Canadá – as grandes navegações não eram para ele. Há Patt, australiano descendente dos famosos revoltosos do Bounty, que deu boleia a quinze jovens a bordo do seu catamaran. Há Julien, músico e palhaço cansado de uma vida de digressões pela Europa, que quer percorrer sozinho a Amazónia de canoa.

Berta juntou-se a Alexis e Flo. Faz dois meses que descobrem a Martinica a boleia. Montaram uma pequena cabana a saída da marina. Fazem artesanato com sementes locais, que vendem aos turistas. Vivem da comida que os supermercados e os barcos-charter atiram fora. Procuram um barco que os leve a Colômbia ou Venezuela. “Não é porque nao tens dinheiro que ano podes fazer uma data de coisas. Mas è preciso ousar fazê-las. Não ter vergonha de vasculhar nos contentores do do supermercado, fazer refeições de legumes recuperados, dormir nas praias ou em casa de pessoas que te convidam”, explica Berta.

“Os habitantes habituaram-se a que os brancos sejam turistas, americanos ou franceses, e veem te logo como uma carteira. Eu procuro mais o contacto com as pessoas, ou simplesmente com o espaço e as possibilidades que ele dá. A agricultura, a pesca, tudo isso me interessa. Quero descobrir como se faz aqui. Enquanto que há uma data de turistas que vêm simplesmente para se desconectar do seu trabalho. O facto de não teres muito dinheiro, de te verem assim, de dormires nas praias, aproxima-te das pessoas daqui. Seria diferente se eu chegasse com o meu 4x4 e as minhas roupas a 80 euros a peça.”

“As pessoas que vieram de avião, tens impressão de que não chegaram sequer a descer do avião, a dar-se conta de que estão aqui. Nós navigamos, apanhamos as ondas, num ritmo mais livre, mais perto da cultura das Caraíbas”, diz Adrien: “Chegar às caraíbas de avião”, acrescenta o jovem arquiteto, “é como se entrasses pela chaminé. A porta aqui é o mar!”.

Manon e Adrien conheceram Quentin e juntaram-se os três numa aventura inesperada: compraram em conjunto um velho veleiro. Fazem incursões nos barcos que se afundam abandonados nas imediações da marina para recuperar todo o tipo de objetos. Dos contentores dos supermercados enchem as provisões de bordo. Se estão a zeros de dinheiro, transbordam de excitação.

Hoje é o aniversário de Manon e é a primeira navegação, ao longo da costa martiniquesa. A estreia junta Alexis, Flo, Berta, Quentin, Adrien e Manon. A saída do pontão, veem-se refletidos no super yacht de Bill Gates, também por ali de passagem. Mais tarde, sob as estrelas, partilham histórias e canções no cockpit. O barco avança no mar das caraíbas. Outrora povoado de piratas, dissidentes dos impérios europeus, hoje povoado destes nómadas de mochila as costas, dissidentes da sociedade do consumo-trabalho, que pilham os contentores dos supermercados, conquistam o tempo, e tem por tesouro a aventura.

“Pode ser visto como um luxo: dar-se todo o tempo que nós nos damos, procurar todas as complicações que procuramos, só para andar a boleia de barco, quando podíamos simplesmente apanhar um avião. Mas quer dizer tantas outras coisas, viajar desta forma...”, diz Manon. “Mudei verdadeiramente a minha noção do tempo,” confessa Alexis. “O barco avança super lentamente, para o encontrar demoras montes de tempo. Há semanas que estamos a procura de um barco para América do Sul. Se eu tivesse esperado cinco minutos pelo meu metro estaria bem mais enervado”

“Aprendemos a não ter pressa, a desfrutar da beleza dos sítios onde estamos.”

“Quando alguém nos pergunta se estamos de férias, dizemos não”, diz Alexis. “Estamos de viagem.” Porque? “As férias são só uma pausa no teu tempo de trabalho”, explica Manon. “Para nós”, atira Quentin do fundo do barco, “o tempo de trabalho é uma pausa nas nossas vidas”.

 

Francisco Pedro

 

LEGENDAS

1 Deixar-se arrastar pelo Mar das Caraíbas

2 “Procura-se embarcamento”: as paredes dos bares da maior marina das Caraíbas enchem-se de anúncios

3  Alexis, Flo e Berta passam dias junto a entrada dos pontoes, para meter conversa com os capitaes de barcos que por ali passam. No cartaz “cherche bateau”

4 O momento em que Alexis, Flo e Berta encontram a sua boleia para a Venezuela, após dois meses de procura na Martinica.

5 à saída da marina os seis amigos veem-se refletidos no super yacht de Bill Gates.

6 “Chegar as caraíbas de aviao é como entrar numa casa pela chaminé. A porta aqui é o mar!”, diz Adrien, recém licenciado em arquitetura.

7, 10 De viajantes à boleia a proprietários de um veleiro: a estreia do barco junta os seis amigos

8 “A boleia és super livre. A qualquer momento podes dizer 'hoje ponho-me a procura de um barco para outro lugar'”, diz Berta

9 “Hoje sao os viajantes a boleia que trazem ao meio da vela esse espírito de descoberta, de aventura”, diz Quentin, pequeno Mogli dos mares.

 



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Sexta-feira, 19 de Abril de 2013
A CIRCULAR ENVIADA AOS ANTIGOS ALUNOS QUE NÃO TÊM INTERNETescreve Joaquim Nogueira

 

 

Portalegre Maio 2O12

 

Os nossos amigos Nogueira e Heitor tomaram a iniciativa, em boa hora, diga-se, de enviar a circular que publicamos, como de costume, aos alunos mais antigos e que ainda não aderiram às novas tecnologias.

Aí fica como mais um contributo para a GRANDE MOBILIZAÇÃO RUMO A ALCAINS 18 MAIO 2013!

 

(Pessoalmente, tenho saudade daquelas circulares com que o João Heitor, durante tantos anos nos brindava e onde, no final da tarde se dizia que "será servido um chá e bolinhos...."!!!).

2

Peço ao Adriano Afonso que tome nota destes nomes uma vez que, segundo decidiu a Comissão, é ele quem centraliza todos os nomes por forma a alcançarmos uma lista única e claramente perceptível e constantemente actualizada por todos os que lêem a animus ou consultam os dois Grupos de Antigos Alunos publicados no Facebook.

Com o contributo de todos e para que nenhum de nós se perca!

antónio colaço

 

 

Meu Caro António Colaço:

 

Estivemos a aguardar que fosse publicado, no Blog, o programa

 

detalhado  do Encontro de Alcains.

 

Resolvemos não esperar mais e decidimos – eu e o Heitor – enviar,

 

hoje mesmo, a circular cuja cópia vai, em anexo. Como se constata,

 

tivemos o cuidado de tentar  reproduzir,  apenas,  aquilo que tem vindo

 

a ser publicitado no blog.

 

A circular – enviada a mais de 50 colegas – destina-se aos que,

 

eventualmente, não vejam o blog ou que não tenham, ainda, aderido

 

às novas tecnologias.

 

Espero que estejas de acordo com o seu conteúdo e, se for esse o caso,

 

peço que a circular seja publicitada, nos termos habituais.

 

 

 

Entretanto, aproveito para fazer as seguintes inscrições (para o Encontro

 

e para o autocarro) :

 

NOGUEIRA -                          1

 

FIGUEIRA---                           1

 

HEITOR e MARGARIDA  -  2

 

 Para ti e para os Colegas a quem enviei cópia, vai um abraço, com votos de

 

SAÚDE e BOM FIM DE SEMANA.

Nogueira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS DA DIOCESE DE

PORTALEGRE E CASTELO BRANCO

CIRCULAR Nº 1/2013 – 23-04-2 013 -

ENCONTRO ANUAL DE 18 DE MAIO DE 2 013 -A L C A I N S-

Colegas:

Como tem vindo a ser anunciado, o Encontro Anual vai ser realizado no próximo dia 18 de Maio, em A L C A I N S .

Embora ainda não tenhamos o PROGRAMA detalhado, cuja elaboração está em fase de conclusão, podemos, desde já divulgar o seguinte, de acordo com o que tem vindo a ser publicitado no BLOGUE ANIMUS 60:

  1. Será seguido o programa dos anos anteriores, estando a chegada, recepção e inscrição, previstas para as 10.00/10.30h.

  2. Está previsto fazer uma visita guiada ao Museu do Canteiro, contando, igualmente, poder admirar a exposição de pintura do Colega FRANCISCO SILVA AMARO.

  3. Pelas 12.30h teremos a Celebração da EUCARISTIA. Não podemos deixar de aproveitar a ocasião para nos integrar no espírito de Alegria que se vive no seio da IGREJA CATÓLICA, não só pelo Senhor nos ter concedido um PAPA, que, conforme tudo indica, é o HOMEM que a Igreja precisava para se renovar e continuar na Sua caminhada, mas também para nos congratularmos por esse facto, ocorrido no ANO DA FÉ, sendo este mais um sinal do espírito renovador que se está a viver.

  4. O custo do almoço – pelas 13.30h - será de €25,00, com direito a uma garrafa de vinho, com rótulo alusivo ao Encontro.

  5. Serão bem-vindas ofertas para o convívio, onde haverá a possibilidade de degustar vinhos, queijos e outros produtos da região.

  6. Quem quiser, poderá encomendar e comprar vinho e queijos, como tem acontecido, em anos anteriores.

  7. Está previsto que as Mulheres/Companheiras/Familiares dos Colegas façam uma visita guiada ao Museu Manuel Cargaleiro, em Castelo Branco.

  8. Depois do Almoço, haverá REUNIÃO DOS ANTIGOS ALUNOS, onde se dará conta das actividades da Associação e se discutirão assuntos de interesse geral.

  9. Quem estiver interessado, deve inscrever-se para ir de autocarro, a partir de Lisboa, nos mesmos termos do ano passado.

  10. As inscrições, a realizar com urgência, serão feitas, através do BlogANIMUS60, ou através dos telefones dos seguintes antigos alunos: João Peres- 917 524 255 ou 223 321 141/223 320 437 Adriano---- 919 900 320  Mendeiros- 969 015 114  Heitor 967 421 096 – Pires Antunes-91 941 41 79- Nogueira- 919 482 371 . Esperando a comparência do maior número, enviamos um abraço para todos.

     A COMISSÃO,



publicado por animo às 19:39
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TODOS À MOLHADA A INSCREVEREM-SE!apelo do Francisco Farinha Manso

 

Gostava de vos ver aqui...deste lado de cá...em Alcains a 18 de Maio de 2013.
Parece haver desânimo. Leio nas entrelinhas, assim me parece, algumas posições antagónicas e/ou desmoralizadas.
Vamos lá........., todos  à molhada...... nas inscrições.
Evidentemente que tudo o que se passa à nossa volta funciona como travão ao entusiasmo que se tem visto em anos anteriores.
É preciso preparar o encontro anual que deve ser vivido por todos os que querem e podem !!
 
Entendo que os procedimentos de inscrição de anos anteriores deveriam ser mantidos enquanto outros não existirem.
Foi assim que aprendi e ensinei.
Um procedimento não se anula sem ser substituído por outro aprovado e portanto melhor e mais eficaz.
Era núcleo principal de inscrições a "Animus".
Era para aqui que tudo convergia.
Que se passa ?
A "animus" todos visitam.
Já não digo o mesmo do Facebook. A mim, confesso, falta-me disposição  para estes diálogos entre "amigos".
Insisto portanto nesta via para a minha inscrição .
Que a considerem.
Aqui a deixo , juntamente com Olavia , minha companheira.
É na "animus" que espero ver a confirmação .
Saudações a todos.

Francisco Antonio Farinha Manso , de Cardigos
Gavião 57 /58
 
NR
Aqui fica a tua inscrição. A equipa que centraliza as inscrições tomará boa conta e verás que na próxima lista, cuja coordenação é assegurada pelo Adriano Afonso, segundo nos informou  o Mário Pissarra, o teu nome e o da tua companheira vai aparecer.
2
Não há nenhuma alteração de procedimentos, meu caro.
Publicaremos a lista que o Adriano for actualizando.
Essa publicação será igualmente republicada nos dois Grupos de Antigos Alunos criados no Facebook.
Mas é bom que encaminhem as inscrições para ele, ou para o João Peres e/ou Mário Pissarra, de acordo com a deliberação da última reunião da Comissão Organizadora como aqui relatámos.
 
Vamos repetir os contactos:
ADRIANO AFONSO  919900320
JOÃO PERES            917524255
MÁRIO PISSARRA   966811087
 
antónio colaço
 


publicado por animo às 00:48
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TORNAR O DESÂNIMO VENCEDORescreve António Assunção

Como "não duas sem três", aqui vai uma TERCEIRA REFLEXÃO
É apenas uma terceira reflexão e nada mais que isso... evidentemente desprestensiosa como sempre o aprendi e tenho procurado viver.

 

Realmente vou dando conta dos desânimos que, por vezes, aparecem no animus; tudo ao contrário do que deveria ser,,, mas é... Este facto, fez-me lembrar a história daquele pressuroso pai (que se foi mãe, se poderia dizer "pai galinha") que desejava tanto animar o filho que quando este fazia alguma travessura lhe dizia: "Mas tu não sabes que isso não se deve fazer?!..." E a resposta era lapidar: "Mas eu finzio!".

Cá está a experiência duma resvaladela que por ter resposta graciosa, se tornava motivadora de renovada misericórdia e, sobretudo, de renovado impulso para não se desanimar.

De facto, quando vou andando por aqui e por ali, vou por vezes apercebendo-me da realização de reencontros de antigos seminaristas dos nossos seminários, como aquele que [suponho] se realizou há pouco ou vai vai realizar no Seminário de Portalegre com gente mais nova, dos anos oitenta para cá.

Mas quando se fala em "gente mais nova" que quer dizer-se? Trata-se de gente mais nova do que aqueles que começaram a aventura da vida de seminário nos anos sessenta ou antes ou muito mesmo muito antes...

Então que faltará?

Os passos já dados aproximaram e continuam a tentar aproximar, podemos por assim dizer duas gerações: os mais velhos ou idosos e os de meia idade que deram o primeiro passo para construir esta aproximação e são também a alma da "animus" .

Agora outros talvez com igual impulso e desejo vão reunindo as gerações mais novas...

 Ainda bem!

Mas, não faltará mais nada?

Talvez, também aqui seja oportuno referir o programa que um certo galileu teve e que na recta final da sua passagem por esta terra, assim exprimiu em clima de oração ao Pai: «Que todos sejam um»

 Isto que falta é fácil de alcançar?

Talvez não o seja, mas se não se avivar nas acções que cada um propõe e ajuda a realizar, o desânimo em vez de ser vencido tornar-se-á vencedor.

 E o desafio do referido galileu, não é apenas necessário para o mundo dos antigos alunos dos nossos seminários [antes fosse o único], mas há outros mundos necessitados de igual programa e, sobretudo, o mundo em que vivemos, para que nele cresça a esperança e a fraternidade.

E o Papa Francisco está a desafiar e a mostrar como se faz para o alcançar.

 

António Assunção



publicado por animo às 00:39
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