Terça-feira, 28 de Maio de 2013
1963 . ERA UMA VEZ......

Completam-se no início do próximo mês de Outubro - alguém sabe o dia exacto? - 50 anos sobre a entrada, no Seminário de Gavião, dos alunos do ano de 1963.

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Na passagem do milénio conseguimos REENCONTRAR-NOS na Ericeira, Março de 2000, praticamente quase todos os 42 que entrámos naquele fervilhante ano de uma das mais prodigiosas décadas do nosso tempo.

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Voltaremos a encontrar-nos este ano?

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Do que é que seremos ainda capazes agora que os nossos dias se aproximam de um tempo em que já não podemos voltar atrás?

Ou antes - sim, esta formulação é politica e socialmente muito incorrecta - consideraremos um "perder tempo"  celebrar um passado distante quanto todo o tempo que nos resta é pouco para viver, instante a instante, o presente que cada um de nós, afortunadamente, ainda pressente?

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Em Alcains, sem querer estragar a festa da grande família dos antigos alunos a que pertencemos - e, deixem-nos dizer com uma pontinha de vaidade nada deslumbrada, para cuja vitalidade demos um significativo contributo ao alargar este cyber espaço apenas "dos do nosso ano" para um espaço de todos os anos de todos nós - juntámo-nos para dois dedos de conversa numa salinha quase à maneira de uma última ceia de nós!!
Podemos até nem conseguir celebrar mais nada.

Juntem-se a nós como se fossemos todos de 1963 ou 1943, 1953, 73, sabemos lá.
Obrigado.

antónio colaço

 



publicado por animo às 15:24
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Quinta-feira, 23 de Maio de 2013
ALCAINS2013 . O DEVE E HAVER DA FESTA PORQUE SOMOS DE BOAS CONTASescreve Mário Pissarra

 

Contas de Alcains

 

RECEITAS

Inscrições

122

    20,00 € cada

   2.440,00 €

Três inscritos deixaram mais 5 €

 

 

         15,00 €

Venda de vinho

2 caixas

 

         60,00 €

Ofertas pelos livros para o seminário

 

 

         23,00 €

TOTAL

   2.538,00 €

       

DESPESAS

Aperitivos

 

 

         40,00 €

Restaurante

 

 

   1.708,00 €

Vinho

 

 

       615,00 €

Papas

 

 

         70,00 €

Museu do Canteiro

 

 

         30,00 €

Tipografia

 

 

         75,00 €

TOTAL

 

 

   2.538,00 €

 

 

Entregue à diocese --- 566.00 Euros (restaram uma moedas por contar) que foi o produto do ofertório da Eucaristia.

Observações:

1.-  A descida do preço da inscrição de 25 para 20 euros foi um risco calculado, mas que não deixava margem de manobra, pois correspondia praticamente ao preço real (14.00 por refeição e 5.00 a garrafa de vinho). Isso reflectiu-se também na diminuição na oferta à diocese).

2.- O restaurante teve a gentileza de acertar as contas apenas recebendo as refeições servidas. Todavia, se porventura tivesse recebido pelas inscrições, dadas as faltas, a situação teria sido um pouco mais complicada.

 

 

Abrantes , 19 de Maio de 2013-05-19

 Mário Pissarra

 

Apontamentos

 

  1. Congratulo-me com todos pela forma como se desenrolou o último encontro em Alcains. Após alguns solavancos imprevistos, algumas nuvens ameaçadoras de silêncios, atrasos nas inscrições e preocupações com os compromissos assumidos, foi com um grande alívio que eu e outros sentimos o ter chegado ao fim sem problemas por resolver. Alívio, mas, sobretudo, alegria porque todos os que se manifestaram estavam satisfeitos pelo Encontro.
  2. A todos os que trabalharam, convocaram outros ou estiveram presentes, um muito sentido Bem-hajam beirão! O Carlos Mingacho merece ser o rosto dos esforços, menores de alguns outros.
  3. Creio que Proença será uma lufada de ar fresco nos nossos encontros anuais. Tem o potencial de ser, numa dada época, a zona que mais alunos dava aos seminários. Ou como dizia o saudoso Manuel Cardoso: a Roma da Diocese è Proença-a-Nova e a Roma de Roma é o Pergulho.
  4. Sensibiliza-me o apelo e desafio do Silvério. Primeiro porque retoma uma velha tecla que lhe é e também me é muito cara: a solidariedade para com alguns colegas em dificuldades. Partilho esta sua preocupação, pois sempre temi e recusei que estes nossos encontros e actividades fossem conotadas como sendo dos bem-sucedidos na vida. Sempre expressei a opinião que deveríamos tentar envolver todos, sem excepção, e com discrição trazê-los ao nosso convívio. Reconheço que não é fácil, mas há situações em que a presença vale mais do que tudo. Sirva de exemplo os vários casos de doença ou morte. O desafio do Silvério tem também um certo sabor a lamento. Há muito que prega no deserto apontando a necessidade de ir mais além… Quem se atreve a sugerir e a encabeçar uma acção concreta? Não é preciso que se perspective para muitos participantes. O essencial é que esteja aberta a todos.
  5. Gostaria de felicitar o Francisco Amaro pela exposição que não tive oportunidade de visitar. Ao ver os filmes e as fotografias não resta qualquer dúvida que foi uma iniciativa bem-sucedida. Além disso, para as pessoas de Alcains e para quem nos apoiou é também gratificante.
  6. Gostaria de ter presente em Alcains o nosso colega Carita. Fiquei triste por não ter sido capaz de superar as questões logísticas da deslocação e porque sei que ele gosta de estar connosco. Reservei uma garrafa para lhe ir entregar à Ponte de Sor quando tiver oportunidade.
  7. Dei comigo a pensar se o aparecer aparentemente a «comandar» as operações não pode ser lido como um abuso ou usurpação da minha parte. Cederei aquele lugar de boa vontade. Creio que tenho vindo a tentar proporcionar «entendimentos» e superar alguns escolhos, mas há entre nós, com toda a certeza, quem possa fazê-lo com mais mestria.
  8. Também creio que temos vindo a aprender com os erros do passado. Temos deixado cair algumas iniciativas e tentado coisas novas. Como diz Karl Poper: viver é resolver problemas, por tentativas e erros; por isso os balanços e as críticas de todos são um instrumento necessário para melhorar no futuro.
  9. Ficaram uns óculos e uma prótese auditiva perdidos e a cargo do Sr. Pe. Castanheira. O dono da prótese já apareceu, mas o dos óculos ainda não.
  10. O Poças disponibilizou-se a trazer para o próximo encontro alguns dos seus livros para serem vendidos e o dinheiro reverteria para o Encontro. O Rogério Roque prontificou-se para elaborar uma base de dados com os contactos de todos os ex-alunos.

Mário Pissarra

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por animo às 00:26
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Quarta-feira, 22 de Maio de 2013
ÚLTIMA HORA . ARMINDO SANTOS BAPTISTA REENCONTRADO!!!!!
Boa tarde
Não sei bem como, mas o que é certo é que hoje  dei com a vossa pagina - http://animus60.blogs.sapo.pt/276437.html, que logo se tornou familiar - Seminário do Gavião.
Não resisti a seguir em frente, onde venho a encontrar o nome da minha pessoa: Armindo dos Santos Batista  - 1973/1974 - ultimo grupo daquele seminário. Depois fechou e fomos para alcains.
 continuei a consultar a vossa página, onde vi que acabam de fazer um encontro interessante.
 Apenas para dar sinal de vida, uma vez que parece andavam à minha procura.....
 
 Cumprimentos
 Armindo Santos Batista
 
NR
arsantos100@hotmail.com>
Este é, por enquanto, o único contacto do Armindo.Se quiseres deixar, por mail, mais algum contacto,avança.
E....umas imagens de ontem e outras de hoje, arranjam-se?!
Sê bem-vindo.
Os teus colegas não tardarão a contactar-te, sim, mas, para todos os efeitos SOMOS TODOS COLEGAS DE 73/74!!!!
abraço
antónio colaço


publicado por animo às 21:47
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CRIAR LAÇOS DE AMIZADE.CONTINUARMOS A SER RECONHECIDOS

 

NR-Antónnnnnnnnnio!!Não conseguimos editar esta imagem!!!Envia num outro formato, please!!!!

 

Foi bom!

Mais uma vez volto à animus, desta vez para falar dos sentimentos que me acompanharam na ida a Alcains, onde não punha os pés há mais de 50 anos.

Aquele Seminário despertou-me para a vida, para a cultura, para a camaradagem. Ali encontrei professores abertos, amigos, que até me colocaram instrumentos musicais caros à disposição. Ali me senti acarinhado, mesmo pelos empregados. Quando o Ti Manuel me fazia repetir «Eu queria maneirinhas de azeite nos feijões...», quanto carinho me dedicava aquele rosto…

Fui a Alcains com um misto de agradecimento por tudo o que o Seminário me deu (quão diferente seria a minha vida sem ele?!) e também para abraçar colegas, matar saudades dos muitos com quem brinquei, estudei, eu sei lá…

 

Esperava encontrar mais antigos colegas de estudo e de sacerdócio. Cada um tem as suas razões, todas válidas, pelo que não critico ninguém. Habituei-me a viver a minha vida e descobri que, se eu quero alguma novidade a encher os meus dias, tenho de ser eu a ir procurá-la, a ir ao encontro de alguém para não ficar em marasmo…

Assim, recuperando as “teses deste ano”, também concordei que haja alguma organização para não ficarmos por um único encontro anual. O Mendeiros sugeriu uma mini-estrutura com que eu concordo. Até me pareceu fácil montar o carro… Agora temos de saber para onde é que ele nos leva.

Por mim, vejo como prioritário criar laços de amizade entre os adultos que agora somos, até porque estamos a ficar cada vez mais isolados na nossa casa, com poucos amigos… Ir buscar as nossas amizades antigas (sinceras, desinteressadas…) pode ser um caminho para continuarmos a ser reconhecidos…

O reconhecimento é a grande seiva que aquece a nossa vida! Iríamos depois para outros cometimentos, sobretudo quando acharmos que já somos muitos a rumar para o mesmo lado…

Para corrigir o que foi dito no blogue, eu não me senti ofendido nem esquecido neste ano em que se perfazem 50 anos de ordenação. Quem deve ser homenageado é o Joaquim H. Pereira por tudo o que deu à diocese…

Eu caminhei por outras vias e já lá vão 39 anos de serviço em felicidade noutros campos, que agradeço ao Pai.

E termino dizendo que uma das maiores alegrias do encontro de 18 de Maio foi ter reencontrado o meu amigo P. Eusébio (Ah! Grande Eusébio!), com quem partilhei tantas e lindas horas.

Happy to meet you again, my friend.

E a nossa foto até ficou bonita…

António Henriques

 

 



publicado por animo às 21:20
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ALCAINS 2013 . OS VÍDEOS DO EDUARDO OLIVEIRA

 Junto anexo a versão da missa do nosso encontro em alcains, em versão HD.

Abraço

Eduardo Oliveira

 



publicado por animo às 11:09
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Terça-feira, 21 de Maio de 2013
CINQUENTA ANOS SEPARAM ESTAS DUAS IMAGENS

 

 

 

 

 

 

 

 

Um obrigado ao meu querido amigo Tó Manel dos Vales por este instantâneo.

O espaço em branco aguarda as vossas palavras.

Ou o vosso silêncio que, se calhar,é mais importante, necessário, até, por que não.

Por mim, agora, vou desafiar a ventania da noite montijense e marchar, marchar,sem fim.

Ano a ano, como que a recuar no tempo ou a prolooooooooongá-lo por mais cinquenta.

Obrigado.

antónio colaço

(aluno entrado em Gavião em Outubro de 1963) 



publicado por animo às 22:49
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OS VÍDEOS DO EDUARDO OLIVEIRA

Com a devida vénia, aqui está o excelente trabalho do Eduardo Oliveira.

Obrigado, Eduardo.

ac



publicado por animo às 12:00
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ORGANIZAÇÃO OU IMPROVISAÇÃO Joaquim Silvério abre debate

Joaquim Silvério, Tó Manel e João Chambel

 

Joaquim Silvério e Mário Pissarra.

 

 

ORGANIZAÇÃO OU IMPROVISAÇÃO

EIS A QUESTÃO

 

É isso mesmo meu companheiro Colaço, este talvez tenha sido um dos encontros mais serenos, mais maduros, mais reconfortantes, mais bem organizados de todos os que já fizemos.

Ouve espaço para tudo o que quisemos, sem atropelos, sem angústias, sem vedetismos, sem falhas.

Permito-me mesmo acrescentar que muitos dos que não foram gostariam de ter ido.

Quais as razões para o êxito?

Desde logo, a organização.

A organização impecável do Carlos Mingacho, do Mário, do Chambel e de alguns outros comissionistas.

Poucos, mas bons.

O que prova que quando queremos sabemos fazer, sabemos criar um bom ambiente, sabemos organizar.

E prova também que não são necessários muitos meios nem grandes estruturas.

Porém, não nos enganemos. Mais dia menos dia vamos ser confrontados com os objetivos, com o que queremos fazer?

 

Este tipo de encontros, por mais agradáveis que sejam, não são suficientes.

Tenderão a ser cada vez menos participados e menos estimulantes se se resumirem à romagem da saudade e à gastronomia.

Na minha modesta opinião, penso que é uma pena que não se aproveitem as potencialidades que temos, que nem sequer foram ainda minimamente exploradas, para ir mais além.

A seara é grande, há necessidades e carências de muitos antigos alunos que poderiam ser apoiadas, há vertentes culturais e lúdicas que poderiam ser exploradas, há economias de escala que poderiam ser desenvolvidas.

E isso, meu caro companheiro, não se faz sem o mínimo de organização, sem pessoas concretas, mandatadas pela assembleia, a assumir responsabilidades.

Bem sei que nós portugas somos mestre do improviso, não nego que no passado e no presente se têm feito os encontros sem estruturas rígidas e sem burocracias.

E nem sequer me refiro a organização no sentido formal, a uma estrutura pesada com todos os órgãos que constam nos livros da matéria.

NR.Joaquim Mendeirosapresentando a sua proposta. Joaquim, avança daí com ela.

 

A proposta do Mendeiros, eventualmente burilada, como solução a meio caminho entre o mero improviso e o organizacionismo puro e duro pareceu-me bastante equilibrada e pertinente.

Neste momento creio que esta via perdeu gás, é certo.

Mas talvez venha o dia, se ainda formos a tempo, em que nos vamos convencer que sabe a pouco o que a corrente dominante está disposta a fazer.

Perdoem-me a estultícia e imodéstia mas continuo a lamentar que não consigamos ter um sopro que nos levasse a puxar por tantas potencialidades que poderiam ser colocadas ao serviço de todos nós, ao serviço da vida e da amizade.

O sabor da alegria do convívio e da doçura da amizade que vivi/vivemos durante algumas horas neste dia 18 de Maio souberam-me a pouco para ficar só por aqui.

O improviso e o voluntarismo para onde tendem as coisas, oxalá esteja enganado, pode cair em meras romagens de saudade cada vez mais vazias, ocas, e menos participadas.

Um abraço a todos

Silvério

 

NR- O teu texto, Joaquim, traz apensas estas citações do meu texto,que aqui se publicam, certo?

A nossa resposta sobre o que a suposta "corrente dominante está disposta a fazer" virá depois para não perturbar a livre e fraterna discussão.
Obrigado, Joaquim.

ac

 

"E tantos outros testemunhos poderíamos ter partilhado se não nos deixassemos levar por essa praga do organizacionismo, a que, apesar de tudo, conseguimos dar luta decidindo o que tinhamos a decidir.

 

Percebemos, finalmente, creio, que estes encontros não podem servir para perder tanto tempo a decidir onde e como será o próximo encontro e creio que, apesar de tudo, conseguimos, desta vez, dar um enorme passo qualitativo na nossa conversa."



publicado por animo às 01:42
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OBRIGADO, PE CASTANHEIRA.

A conversa que se segue, a encerrar este ciclo de videos, é, no mínimo, agradabilíssima.

O nosso interlocutor, para além da sua grande disponibilidade em acolher-nos, tal como em Abril de 2010, aceitou ir um pouco mais longe no diagnóstico de uma Igreja à procura de novos rumos, quiçá, como que a desejar um regresso às origens, sem perder o contexto dos tempos em que vivemos.

Foi com muito agrado que nos juntámos, no final da breve conversa, a desejar que "o Espírito há-de dizer como vai ser" a mudança que desejamos.

Por tudo isto e muito mais, obrigado, caríssimo Padre Castanheira, pelo privilégio da sua amizade.

antónio colaço

 



publicado por animo às 00:59
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FAZER AS PAZES COM O PASSADO.POTENCIAR O FUTURO

Em boa hora interrompemos o almoço de dois dos principais motores deste Encontro.
Carlos Mingacho e Mário Pissarra como que aqueceram os motores outros para aquele que já aqui consideramos o Grande Momento deste Encontro.

Dois dedos de conversa à procura do melhor rumo para a criativa continuidade destes ENCONTROS.

antónio colaço

 



publicado por animo às 00:35
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