Sexta-feira, 27 de Junho de 2014
OS NOSSOS ENCONTROS SÃO SEMPRE DE AMIZADE.escreve Manuel Pires Antunes

Caro António Colaço, esta não é uma carta aberta!

Fica para mais tarde decifrar esse enigma.

Para mim já está claro a tua falta.

Mas não vai haver polémicas.

Os nossos encontros são sempre de amizade!

Estou no telemóvel e não dá para mais.

Dá-se a coincidência do aniversário do ZVD e da minha neta mais velha, a Rita.

Acho que o nome vem do grego margarita.

Ao Zé Ventura já telefonei.

Da minha neta vão a seguir umas imagens do jantarinho em casa dos pais, a decorrer...

Tudo bom.

Deus nos dê saúde...

És servido?

Amanhã (NR-Hoje, sexta) vai haver almoço na Parreirinha.

Tens coragem de aparecer?

Um abraço.

Mpa

Manuel Pires Antunes

 

NR

Meu caro Manel, a coragem não existe.Coragem é o que nunca te tem faltado.Ou seja, continuas igual a ti próprio, sempre colaborante, sempre partilhante sem que te arrogues o direito à comenda, ao quadro de honra.

Sim, publico tudo o que envias, és tu quem nos abre a porta da tua família.

Espero que nenhum Tribunal me surpreenda ao dobrar da esquina da animus.....

Parabéns a tua Ritinha e a toda a família.

 

 

 

 

 

E ainda....um bónus gráfico da redacção!!!



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Quinta-feira, 26 de Junho de 2014
ATÉ OS GENEROSOS SE CANSAM escreve António Gil

 

Olá, caro Colaço!

Pronto, provocaste-me como eu necessito para sair da modorra!
Um grande abraço e o desejo de muitos êxitos nas tuas múltiplas atividades
Gil
(António Gim Martins Dias)

 

ATÉ OS GENEROSOS SE CANSAM!

 

Até para não embrutecer de vez, agora que deixei de ter obrigações académicas por estar aposentado e me ser mais apelativo ter atividades práticas que intelectuais, vou martelar na tecla e quebrar o silêncio.

Os teus lamentos, amigo, sobre o arraial em que se transformaram os nossos encontros anuais e as tuas sugestões para que voltemos ao espírito inicial estão quanto a mim um tanto desfasados no tempo: primeiro, porque, como tudo na vida, o encantamento é sempre finito, não há emoções como as primeiras, por alguma razão se diz que não devemos voltar ao lugar onde fomos felizes; depois, o entusiasmo que imprimiste desde o início a este reencontro de antigos companheiros, e que contagiou uma boa parte deles, durou enquanto não te cansaste, durou até mais que o previsível, graças a essa força enorme que te anima e que pões em tudo o que fazes, durou incomparavelmente mais em ti do que em todos aqueles que contagiaste. Mas a lei natural é esta e nem o teu entusiasmo consegue contrariá-la. De modo que, com  mais ou menos organização ou com simples improvisação, os nossos encontros continuarão a valer a pena.

Quanto à tua apreciação relacionada com o último encontro de Proença, face ao que opinei acima, facilmente se depreende que tenho outro entendimento. A organização nem foi assim tão trabalhosa, pelo menos até ao momento da receção, em que houve tarefas burocráticas a cumprir, com exceção, evidentemente, da série de contactos e influências que o Manuel Cardoso moveu. Eu praticamente não fiz nada!

É claro que também eu teria preferido um bom cozido como o do primeiro encontro do Pergulho, e até teria ficado mais barato, mas implicaria muito mais trabalho e maior responsabilidade; também eu gostaria de ter participado em iniciativas lúdico-culturais da nossa malta, mas onde estaria a mobilização e a disponibilidade para isso? A própria missa, onde encontrar a animação musical, na falta do único organista de serviço? Mesmo assim, ainda tentei contrariar a sugestão da participação do coral na solenização da missa, mas a insistência do Cónego Assunção e do Manel Cardoso lá me levaram a convencer os colegas coralistas, já que o maestro logo se mostrou disponível, também ele um ex-seminarista de Évora.

Ainda quanto ao coral, que eu na apresentação classifiquei de “tonalidade clássica”, quanto ao reportório e à regência, mas que o Pissarra apelidou de “demodée”, ele que foi coralista de um coro citadino, muito mais “elástico” e moderno e com uma base de recrutamento muito mais alargada, o nosso coro não destoou naquele ambiente seminarístico, já que oitenta por cento das vozes masculinas são de ex-seminaristas e três dos tenores são mesmo ex-seminaristas da diocese e de gerações diferentes (o senhor Américo Pires é do ano do Heitor e companhia e gostou de contactar com um ou outro daquele tempo, já que o Heitor, o Nogueira e outros só não compareceram por manifesta impossibilidade.

Pelo menos no coro não havia simulacros de nós!

Gil

PS: por favor não acabes com o blogue, mesmo assim como está, pobrezinho, já sem as tuas reflexões, ainda é um ponto de encontro para mim e para aqueles que, como eu, não são exímios na rede.

Um grande abraço deste que te compreende e aprecia, apesar do silêncio prolongado.

 

NR

Meu querido Gil,descansa, não sou eu quem acabará com este blogue.Tecnicamente, ele existirá sempre, pelo menos como arquivo, sempre consultável, e enquanto os servidores do Sapo o permitirem.
Mesmo que um outro blog possa surgir, como já aconteceu, nunca a respectiva linkagem  para o novo blog deixará de ser aqui assegurada.

É um compromisso mais que adquirido e que aqui reafirmo.

2

A permanência, a vivacidade do blog depende do continuado silêncio ou dos súbitos alvoroços de cada um dos seus leitores.

Acabaste de nos proporcionar a mais completa radiografia do estado a que chegaram os nossos cansaços.

É de facto, uma perfeita geografia dos tantos cansaços a que traças.

3

Com uma tão pequena quanto fundamental diferença, meu bom amigo:

De facto, as minhas propostas, como reconheces, exigem cansaço, dedicação, mas um bom cansaço.

Propostas que não se esgotam nos Encontros Anuais, como é bom de ver, e sim no ENCONTRO DIÁRIO porque luto e de que esta tua resposta à minha "provocação", como dizes, é um exemplo perfeito.

Só por ter contribuído para saíres da tua "modorra" já valeu a pena.
Modorra que não é só tua, irmão, mas igualmente de muito de nós e nos quais, como é óbvio também me incluo.

O modelo que tem vindo a ser seguido para o Encontro anual, dizia, desenraizado do que fomos, não dá trabalho nenhum mas é muito mais cansativo porque, no final, nos deixa insatisfeitos, como tão bem retratas.Numa palavra um cansaço mau!

Maniqueismos à parte, Gil, eu não estou cansado pelo "trabalho" que não me dão, antes, isso sim, por ver os trabalhos em que andam metidos, pelo que, desde já te digo, não me verão por Abrantes, com tudo o que me liga a esta terra onde muito me cansei, e de que maneira, por muitas e boas causas, como creio que sabes.

Por hoje não te cansarei mais nem aos nossos amigos até para não condicionar a desejada reflexão, assim haja mais contributos como o teu.Como em tempos já conseguimos.

Voltarei, verás.

Muito obrigado.

Abraço-te.

antónio colaço

 

 



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Sexta-feira, 20 de Junho de 2014
QUEBRANDO O SILÊNCIO

 

Quebrando o silêncio

 

Meu querido António Colaço

 

Quebrando o silêncio, que nem sempre é de ouro,  aqui estou eu a responder à tua última crónica.

É certo que poderia comentar alguma angústia e  desencanto que perpassam pelo teu texto, chamando-te homem de pouca fé.

Apetecia-me zurzir-te pela injustiça que cometes ao utilizares a palavra “arraial” para te referires a um certo modelo dos nossos encontros.

Poderia criticar algumas das tuas recriminações e observações quanto à maneira como se tem utilizado o tempo nos convívios anuais.

Mas também gostaria de concordar contigo e assinar por baixo em muitas outras abordagens que fazes, como, por exemplo, ao alheamento geral das pessoas, à falta de manifestações de solidariedade para quem sofre ou até em relação a quem partiu.

Lembras-te que não foi esse o espirito que nos animou em certa altura e que, com pena nossa, corre o risco de se perder.

Porém não é sobre esses temas do teu texto que hoje quero falar/escrever alguma coisa.

Amistosa e democraticamente, mais uma vez quero discordar de ti quanto àquilo que depreciativamente chamas de “organizacionismo”.

Sobre o dito e por alguns celerado “organizacionismo” apenas queria fazer duas observações.

Em primeiro lugar questionar-me – e certamente me farás a justiça de concordar que não é a primeira vez que o faço – sobre se o alheamento geral que tu próprios referes não ficará a dever-se, pelo menos em boa parte,  justamente à falta/ausência de alguma forma de organização que nos desse outra capacidade de intervir e agir.

Este alheamento só pode surpreender os mais distraídos e fantasistas que pensam que ao povo apenas basta a festa.

Até porque, cabe desde logo perguntar, com que objetivos, com que motivação, com que interesse, há-de alguém ter vontade de sair do seu canto e do seu conforto?

Todos nós gostamos de conviver, de nos encontrar, de participar em arraais mais ou menos folclóricos.

Porém, por mais que possamos propagar aos quatro ventos que temos que evocar o passado para vivificar o presente tudo isto acaba por entrar na rotina e na repetição, por desmobilizar as pessoas.

Dêem-se as voltas que se queiram dar, tenho para mim que, com ou sem associação formalmente organizada,  não se conseguirão congregar esforços e vontades se não houver objetivos concretos que envolvam e motivem as pessoas e pelos quais valha a pena lutar.

Em segundo lugar, creio que concordarás comigo ao apontar como positivo o fato de neste último encontro ter sido nomeada uma comissão para pensar o assunto e para elaborar uma proposta de estatutos para a associação dos antigos alunos.

Isto meu caro amigo não foi nada de somenos.

A meu ver representa uma evolução, que alguns até consideram inesperada, nas reações que existiam quando, em encontros anteriores, mal se falava neste tema tabu.

Desta vez, finalmente, nem uma voz, nem um contra, finalmente o acordo pacífico.

O segredo talvez tenha sido a proposta partir de proponentes diferentes.

Mas essa será uma questão irrelevante. Oxalá ainda venha a tempo de ser um passo no caminho certo.

Desde que não se fique por aí e mais do que estatutos se tracem objetivos, programas, e haja gente para os concretizar.

 

Um abraço

Silvério

 

NR

Um único e redobrado esclarecimento:nunca por nunca questionei quer a qualidade do Grupo Coral de Proença e, muito menos, como deixei assinalado no meu texto, o sempre empenhadíssimo esforço do Manel Cardoso e equipa, desde o Zé VenturaVirgílio, ao Gil e seu irmão António, Fernando Martins, Abilio e Tobias Delgado e os que não ocorrem os nomes.

Quis chocar, sim, mas....a nosso favor.A favor dos nossos valores!Dos coros que tivemos.Dos conjuntos musicais que tivemos.Dos dizedores de poesia e  actores que tivemos!Pôrra*!

(*Este pôrra já foi transmitido ao meu querido amigo Silvério num mail mais alargado!)

antónio colaço



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Terça-feira, 17 de Junho de 2014
ANIMUS.UM LUGAR DE SILENCIOSO SILÊNCIO

Meu querido amigo Antero Amaro, saúde.

2

Hesitei muito nesta carta aberta que te dirijo.

Duvido mesmo se a conclua, ou, concluindo se a edite.

3

Passou, exactamente, um mês sobre o telefonema que te fiz explicando-te a razão porque não estaria em Proença.

Caminhavas, nesse dia, a pé, rumando a Fátima.

Sei que não tem sido fácil a situação que experimentaste de perda da tua primeira netinha.

Tentei, ao tempo, convocar uma  palavra solidária de todos quantos constituem esta "família" dos antigos alunos.

Sabemos como fui, não só mal sucedido, como ainda tive de ouvir de alguns, recados do género, "mas por que é que tens a mania de te andar a meter na vida dos outros?!Ele tem os seus amigos, há-de saber como superar a situação!"

4

Não é todos os dias que se perde um neto, deu-se o caso de ser o teu primeiro neto, ao fim de três dias de convivio com ele.

5

Mais recentemente, meu caro, deixou-nos, há dias, o nosso professor Pe António Lopes.

O silêncio que continua a fazer-se, até hoje (consultei a caixa do correio pela última de muitas e obsessivas vezes, há poucos minutos, e nada) é um silêncio que me perturba e que cada vez mais me traz confundido.

 

EM NOME DE QUE VALORES, AFINAL, É QUE, SUPOSTAMENTE, NOS "ENCONTRAMOS"?
AQUI (CADA VEZ MENOS GENTE PARTICIPA) e nos "ENCONTROS ANUAIS" é o que se vê.

6

 

Terminado o ciclo dos REENCONTROS nos lugares por onde alguns de nós passaram - Gavião, Alcains, Portalegre - propus, em Portalegre, que o próximo Encontro tivesse lugar em Lisboa.
Em nome de ser o lugar onde permanecem mais antigos colegas e que sabíamos quase convencidos a juntarem-se a nós.
Em nome, portanto, de possibilitarmos o REENCONTRO ALARGADO de muitos mais de nós que, porventura, só estavam à espera de uma palavra, de uma oportunidade para quebrarem inércias muitas e variadas.

Caiu-me o Carmo e a Trindade em cima, é só consultar ( afortunadamente temos, pelo menos, este património testemunhal) a animus da época.

 

7

Sempre lutei para que os ENCONTROS entre nós, fossem nossos, alimentados por nós, com as eucaristias alimentadas pelos cânticos de outrora ou outros actuais, mas ensaiados e cantados por nós!
Que a parte recreativa fosse assegurada pelos nossos poetas, pelos nossos diseurs, pelos nossos instrumentstas.
O que é que se tem visto, independentemente da indiscutível qualidade dos artistas "contratados"?!

 

(Se os meus queridos amigos de Proença lerem isto percebem que em nada questiono a sua dedicação.Foi em Proença, com o meu querido Manel Cardoso à cabeça que tiveram lugar duas das mais genuínas iniciativas que estão próximas deste modelo que defendo - o Pergulho e o piquenique da Isna (que, aliás me ia custando a vida...)


(Qualquer dia só falta convidar o Quim Barreiros, ou similar.Para ver concertos dele ou de qualquer outro, cada um tem os especatáculos da sua terra ou nacionais!!!)

 

Numa palavra, demitimo-nos do que em nós permanece por encontrar.
Por descobrir e valorizar.

Baixámos os braços.

Rendemo-nos ao mais fácil: permitir que outros cantem, que outros nos divirtam, em suma, que outros sejam por nós.

Em vez de nós.

Que resta de cada um de nós, por este andar, para que, não tarde, nos confrontemos nos ditos "encontros", com simulacros de nós?

 

Sempre lutei para que a reflexão da tarde servisse para partilharmos experiências, darmos notícias dos projectos sociais e outros em que andamos envolvidos,etc.

E o que é que temos visto?
O pouco tempo de que se dispõe, só serve  para discutir ORGANIZACIONISMO (a velha e estafada questão de sim ou não à Associação, bla, bla)e, ou, onde é que tem lugar o próximo arraial!!!

8

Se o passado que nos une, ou uniu, afinal não passa disso mesmo, algo de que temos receio em evocar, é evidente que muito menos nos interessa EMPENHARMO-NOS NO PRESENTE que nos cabe continuar e partilhar, com as suas alegrias e tristezas, êxitos e fracassos.

9

E depois, meu caro Antero, é assim, este blog que nasceu para unir e manter unidos os do nosso ano, 1963, fraternalmemte, abriu as suas portas, aos poucos, a todos os anos.
Queres tu saber, que, agora, já nem os que nos são mais próximos dão sinais de incomodidade*?

É por isso, meu caro Antero, que só não fechei as portas da casa porque também eu, sim, tenho mais que fazer.

Afortunadamente, muito mais que fazer.

Experimenta dar um pulinho aqui.

Que dia inesquecível, hoje, meu:

 

http://animo.blogs.sapo.pt/a-1126648

 

Aqueles que me acusam de andar demasiado preocupado com o passado, como se nada mais tivesse para fazer, são os que mais facilmente TUDO FAZEM para tornar MENOS PARTILHADO ESTE NOSSO PRESENTE.

 

É por isso, querido Antero, que só não fecho as portas deste LUGAR, que quis de VERDADEIRO ENCONTRO (é, também, no OUTRO que me reencontro comigo mesmo) porque alimento a secreta esperança de que um dia o peso do SILÊNCIO que a cada dia que passa se abate sobre ele, se torne insuportável ao ponto de que os poucos que cada vez menos por aqui passam o deixem de vez.

Ou, talvez quem sabe, o ressuscitem.

 

Aquele abraço, para ti e para os teus, irmão.

 

 

*

 PS
Devo confessar-te, em abono da verdade, que no dia do Encontro de Proença, enviei um SMS a alguns dos presentes, nomeadamente, a D.Antonino, cuja resposta foi ZERO com duas honrosas excepções: Joaquim Mendeiros e Joaquim Silvério.Também, nesse dia, o Manel Domingues me tentou contactar. Respondi-lhe com o mesmo SMS no qual, em sintese, defendia a necessidade do regresso aos VALORES que aqui defendo para estes ENCONTROS.

2

Devo também confessar-te, que nesta linha, quase na véspera, um rapaz cujo nome preservo, ameaçou-me com o recurso aos Tribunais, se não retirasse da animus o telefone e uma fotografia onde se encontrava com outro familiar (deveria partir a foto ao meio?)para quem era pedido que os nossos amigos leitores, antigos estudantes como ele,lhe enviassem os.....parabéns!!!
Também deste facto dei conhecimento a alguns dos nossos amigos e a resposta solidária, tal como a que pedi para ti, foi ZERO.
Claro que ando cheio de medo, desde então, tás a ver a cena ó meu?!



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Segunda-feira, 16 de Junho de 2014
IN MEMORIAM CÓNEGO ANTÓNIO LOPES

 

Encontros da Buraca, 2009.

 

 

Buraca, 2009

Con António Lopes e D. António Marcelino.Ambos eternos, já.

 

O Senhor Cónego António Lopes partiu para a Casa do Pai 

Hoje, sábado, (NR-14 de Junho) às 21,30, no Seminário de Portalegre, onde se  encontra o corpo, em câmara ardente, haverá uma vigília de oração por sua alma;

Amanhã, domingo, dia 15, haverá, na Sé da Portalegre, às 15h,  Missa de  corpo presente, seguindo o funeral para o cemitério de Portalegre.

Paz à sua alma!

(In, página da Diocese de Portalegre e Castelo Branco)

 

 

 

 

 

 

Meu caro Pe António Lopes, sabe como gostei de reencontrá-lo, muitos anos depois.

Pude reconciliar-me, não propriamente consigo, mas com a imagem que guardava de si, dos meus rebeldes quinze anos.

Naquele tempo em que quem não é por nós é contra nós.

Só temos quinze anos uma vez mas, felizmente, gostei de poder reencontrá-lo, não só a si, como a todos os outros que nos deram a mão nos loucos anos 65-67.

Creio que também era essa alegria do reencontro que desfrutava sempre que subia connosco até à Buraca, e, afortunadamente, ainda foram algumas vezes.

Como meu professor, entre outras, da disciplina de Geografia, pudesse o meu amigo dar-me uma aula sobre a "geografia" do Lugar onde já se encontra.

Quero ser, agora,  um seu aluno muito mais atento, juro-lhe!

Conte-me tudo, conte-nos tudo, de que relevos, rios e serranias se faz , "agora", a Eternidade dos seus "dias"?!....

2

Em sua memória aqui lhe deixo estes sons, pequenos rastos de quem procura, pela música, uma espécie de adivinhada Eternidade na terra...

 

antónio colaço

 



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Quinta-feira, 5 de Junho de 2014
ALBERTO NUNES PROCURA ALCINO ALVES (1954)
Boa noite

Se possivel gostava de ter o contato do Alcino Alves, pois há muitos anos  que  não sei dele, tendo pela entrado neste site e visto o nome dele.

Um  abraço

Alberto M. Nunes (1954)


nunesalberto@sapo.pt




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Quarta-feira, 4 de Junho de 2014
PROENÇA DEVE-SE A TODOS. EX-SEMINARISTAS ENCANTADOS NO CENTRO escrevem Manuel Cardoso e Gil
Bom dia, caro Colaço.
Após mais de duas semanas volvidas sobre o encontro em Proença-a-Nova, depois de ter lido diversos escritos sobre o mesmo e ouvido agradecimentos nos mais diversos tons, julgo não dever ficar calado e guardando os louros do evento, mas dizer que nada se deve a mim, a não ser ter servido de motor de arranque para que a engrenagem funcionasse. E as peças da "engrenagem" já todos as conhecemos, desde o Município de Proença-a-Nova, seus autarcas e funcionários, até aos companheiros antigos alunos. Por isso não nomeio ninguém. Se foi bom? Sem dúvida, mas a todos quantos de algum modo participaram se deve.
E por aqui me quedo, tomando a liberdade de anexar um artigo do Gil, publicado no jornal "O Concelho de Proença-a-Nova.
Abraços
MCardoso
....................................................................

EX-SEMINARISTAS ENCANTADOS NO CENTRO!

 

Decorreu no passado dia 17, conforme anunciado, o encontro anual dos ex-seminaristas da diocese, em Proença-a-Nova, de há uns tempos a esta parte turisticamente publicitada como “no centro do encanto”.

Aquela que outrora fora epitetada como “a Roma da Beira”, tal a quantidade de seminaristas daqui originários que se encontravam a frequentar os seminários da diocese e de outras dioceses e congregações, chegando a contabilizar-se mais de meia centena, numa altura em que estudar era um privilégio de elites, acolheu galhardamente a quase centena e meia de visitantes, entre seminaristas e acompanhantes. Ora, como até para encantar é preciso investir, cabe aqui referir a prestimosa colaboração da Câmara Municipal, traduzida na cedência do auditório e respetivo pessoal de apoio, sempre solícito, bem como do autocarro para as visitas das acompanhantes; já quanto à comissão organizadora, com o Manuel Cardoso à cabeça, todas as opiniões foram unânimes em elogiar a sua capacidade e dedicação.

A receção decorreu no auditório, e após as palavras de boas vindas proferidas pelo Manuel Cardoso, seguiu-se uma breve apresentação do Grupo Coral, seu maestro, Professor Carlos Gama, e explicitadas as temáticas das peças corais, nesta breve primeira parte à volta do folclore local e regional, bem como “Signore dele Cime”, numa singela homenagem aos companheiros falecidos, como referiu Gil Dias, o apresentador, recordando a propósito uma das mais emblemáticas internacionalizações do grupo coral nos Alpes italianos, também ele ex-seminarista e coralista, aliás como a maior parte das vozes masculinas deste grupo, bem como o próprio maestro.

A missa decorreu na Igreja Matriz, em ambiente de recolhimento e elevação espiritual, presidida pelo nosso prelado, presença assídua e cúmplice nestes nossos encontros, para o que concorreu a adequada e brilhante solenização do Grupo Coral de P. Nova, que, nas palavras do seu maestro, não poderia desaproveitar a oportunidade da presença de um público musicalmente culto sem o brindar com algumas das peças clássicas do seu reportório, três das quais após a bênção final. (houve quem dissesse que só pelo “panis  angelicus” valera a pena ter vindo a Proença)

O almoço foi servido na tenda das amoras pelo pessoal do hotel, de acordo com a ementa que fora previamente aprovada por quase duas dezenas de comensais, a que se seguiu o convívio tertuliano característico destes encontros e moderado pelo Manuel Cardoso e pelo Pissarra, onde as intervenções surgiram múltiplas e diversificadas. Foi neste entretanto que as esposas acompanhantes tiveram a sua visita guiada pela Inês Cardoso à festa da cereja, nos Montes da Senhora, à praia fluvial da Fróia e à exposição permanente de Ribeiro Farinha, “ex libris” cultural e artístico do Concelho, no Centro de Artes, em Sobreira Formosa.

Numa avaliação despretensiosa e apenas fundamentada nos testemunhos espontâneos diretos e outros ultimamente recolhidos nas redes sociais, podemos afirmar ter-se tratado de uma jornada de encantamento para todos os que vieram e não foram todos, mas foram muitos, gratos pela impecável organização, pela mais-valia cultural emprestada pelo Grupo Coral e pela disponibilidade da Autarquia, de que a visita à exposição se constituiu como valiosa surpresa máxima para as consortes.    

  Gil

 

 



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