Quarta-feira, 15 de Junho de 2016
O RESPEITO NÃO SE DECRETA, CONQUISTA-SE E MERECE-SE escreve José Centeio

Caro Colaço,

Como ainda não somos chegados ao fim do mês, este texto ainda irá a tempo de ser publicado, se assim o entenderes.
Foi graças à coragem do Mendeiros que eu decidi quebrar o meu silêncio e, não deixando de ser crítico, fazer algumas propostas que me parecem sensatas. Sei que para alguns, ávidos de protagonismo emprestado, elas apenas simbolizam controlo, mas imagino que para outros, mesmo discordando, podem simbolizar construção coletiva.
Bem haja a todos os que me vão desafiando para novas construções, imperfeitas é certo, mas resultado da diversidade e dos sonhos que coletivamente vamos esboçando até que um dia se transformem em verdadeira arte de conviver e de partilhar.
Um grande e forte abraço para ti, Colaço, que me desafiaste para estas aventuras.

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O RESPEITO NÃO SE DECRETA, CONQUISTA-SE E MERECE-SE

Havia prometido a mim próprio que não entraria nesta contenda por entender, por um lado, que dela apenas sairá derrotado o coletivo – todos nós – e, por outro, por não pretender alimentar protagonismos de colo, ou seja, construídos à custa do alheio. A situação é de tal forma irracional que a introdução de alguma racionalidade poderá parecer, aos olhos de alguns poucos, desejo de controlo. Esta quebra da promessa que havia feito à minha consciência ao Joaquim Mendeiros se deve, já que foi o seu texto e a coragem nele revelada, dando nome às coisas, que me desafiaram a quebrá-la. De nada adianta fingirmos que nada se passa e deixarmos o espaço livre à manipulação daqueles para quem o debate se resume aos seus próprios ditames. Por isso, ao Mendeiros um grande bem-haja. Por outro lado, interessa-me uma reflexão séria sobre a realidade das coisas, embora consciente de que a leitura que cada um fará da mesma nunca será coincidente, mas que é nesse confronto de leituras que crescemos, que amadurecemos e desenhamos novos futuros coletivos. Não me interessam as insinuações eivadas de falsa inocência, pejadas de intenções não reveladas. Incomoda-me a ofensa gratuita e o achincalhamento do outro, a falta de respeito pelo trabalho dos outros, concorde-se ou não e sempre passível de crítica, mas nunca de maledicência. Incomoda-me ainda mais que se conviva acrítica e comodamente com tudo isso sem que se interroguem e se escudem atrás de conceitos como liberdade, direito de expressão, direito ao contraditório, igualdade entre membros do grupo e por aí diante. O respeito não se decreta, conquista-se e merece-se! Saibam aqueles que teimam em cultivar tais posturas e que desse comportamento fazem gáudio que o meu silêncio será a única e a mais sábia das respostas. Também não me parece que o fingir que nada se passa, o aligeirar e não enfrentar as questões com o argumento de que «fulano e/ou sicrano são mesmo assim» ou, ainda, o ignorar os factos ou manipulá-los, seja a melhor estratégia na defesa do coletivo, ou seja, daquilo que nos une – mesmo se menos do que às vezes se pretende fazer crer - e estreita e fortalece os laços que um dia algures no tempo tecemos.

Mas vamos ao que realmente se me apresenta ser importante e que a este espaço me trouxe. Primeiro, embora entenda a preocupação, vou colocar a reflexão num plano diferente daquele em que o Joaquim Mendeiros a colocou. Porventura mais geral – diria a montante das questões colocadas pelo Mendeiros - mas essencial no que ao futuro concerne e, sobretudo, como lição da experiência até então vivida.

Por uma questão de forma e de facilidade de leitura, vou enumerar e explicitar vários pontos.

  1. Questão Prévia 
  2. Parece claro que daqueles que têm acesso à internet, nem todos são fãs do Facebook e muitos mantêm-se bem longe dessa rede. Qualquer um, desde que tenha acesso à internet, pode ir ao blog, mas nem todos podem frequentar o Facebook. Sendo este um facto indesmentível, parece-me não ser essa rede social o canal privilegiado para divulgação das iniciativas e partilha de reflexão. Por outro lado, as redes sociais são propícias à divulgação, mas não à reflexão e ao debate, até pelo facto de aí tudo ser efémero face à velocidade dos acontecimentos.
  3. Facebook - Grupo dos Antigos AlunosNa verdade, este grupo é fonte de confusão e a demonstração do que não deve ser um grupo, mesmo se aberto. Aliás ficou demonstrado que democracia, bom senso e respeito é coisa que não se cultiva por essas bandas. Ao contrário, o despotismo, a manipulação e até o insulto são as características bem mais visíveis. O pior é que essa visibilidade se deve a uma pequeníssima minoria que só não é insignificante porque a maioria de nós convive acriticamente e silenciosamente com tais comportamentos.
  4. Neste grupo, que alguns dizem aberto, nunca entendi:
  5. Primeiro, que eu saiba este nunca foi um grupo que, apesar da diversidade, tivesse uma unidade e coerência que permitisse identifica-lo como representativo dos antigos alunos. Qualquer grupo aberto que não tenha uma «Carta de Princípios» ou um conjunto de regras, de todos conhecidas, está sujeito à manipulação daqueles que mais não pretendem do que se aproveitarem da situação para os seus intentos, sejam eles expressamente declarados ou mais ou menos dissimulados. Qualquer pessoa é livre de aderir sabendo de antemão qual o referencial quer lhe é proposto. A isso chama-se transparência.
  • Que alguns se julguem donos do mesmo ou com direitos inquestionáveis acima de qualquer outro membro?!
  • Como alguém pode pretender que esse seja o canal privilegiado de comunicação quando sabe que a ele nem todos têm acesso?!
  • Que esse seja o espaço através do qual a Associação tem de comunicar quando, tratando-se de um grupo, a publicação apenas se deve a cada um dos seus membros?!
  • Como há membros que se atribuem o direito de pressionar no sentido de aí ser publicado o que eles entendem dever ser e não o que os outros ou cada um entenda por adequado?!
  • Como é possível que todos sejam administradores – o não controlo apenas favorece a manipulação - mas haja uns poucos que se arroguem o direito, não questionável por outros, de tomarem decisões em nome do coletivo?! 
  • É sabido que mesmo os grupos em que a tomada de decisão é horizontal e que se baseiam numa democracia participativa – e faço parte de alguns – não prescindem do mínimo de regras ou de uma carta de princípios que todos devem respeitar. Se assim não for, a manipulação, em nome de uma falsa democracia e de uma liberdade à medida, sobrepor-se-á ao coletivo e acabará por minar e destruir o que outros construíram.
  1. AssociaçãoAo ser criada uma associação, esta tem que agir como tal e aos outros caberá respeitarem as decisões, concordem ou não com elas, sabendo que haverá momentos em que serão chamados a pronunciarem-se e, se for o caso, a candidatarem-se a executivos da associação. Isto não significa que não haja lugar à crítica construtiva ou que a discussão (discutir significa retirar a cútis, ou seja, o que é superficial para que se possa ir ao essencial) seja banida do espaço ocupado por aquela, mas apenas que importa respeitar os tempos e os momentos daqueles que, no cumprimento do seu mandato, experimentam por em prática o que entendem ser o melhor e o que as possibilidades lhes permitem.
  2.  
  3. Para que fique claro, há alguns de entre nós que sabem que eu nunca fui defensor da criação de uma Associação e que a mesma sempre me deixou mais dúvidas do que certezas. Mas essa era apenas uma entre muitas outras opiniões e o coletivo decidiu enveredar pela via associativa, mesmo tendo um funcionamento informal. Eu sou livre – pois não se trata de nenhuma imposição – de aderir ou não e de comprometer ou não com aquela. Ao direito de opção e no respeito pela decisão coletiva chamo eu liberdade.
  4. Organização

Uma associação, formal ou informal, necessita do mínimo de organização, sem nunca se fechar sobre si própria. É importante que os seus membros ao aderirem saibam quais são os seus deveres e também os seus direitos, que conheçam os rostos de quem os representa e as responsabilidades de cada um na estrutura.

O não ter existência formal, não significa que as pessoas não declarem formalmente a sua intenção de adesão e que daí não advenha o cumprimento de obrigações e deveres. A título de exemplo, faço parte de um Fórum que não tendo existência formal, os seus membros estão obrigados ao pagamento de uma quota anual e ao cumprimento de mais alguns deveres. Por outro lado, não tendo estatutos, tem uma «Carta de Princípios» e uma «Carta de Organização Interna», um logotipo próprio, além de uma Comissão Coordenadora eleita de dois em dois anos. Como no caso, existem vários grupos de trabalho, o Programa Anual é da responsabilidade de todos, cabendo a cada grupo assumir o seu próprio programa, o qual é integrado no coletivo. Este é apenas um exemplo, mas o importante é que os que estão nos órgãos criem condições para que todos, os que assim desejarem, possam participar. São questões sobre as quais vale a pena refletir, pois só assim é possível ter futuro.

  1. Comunicação

Esta é uma questão importante porque dela depende muito a relação que a associação vai estabelecendo com os seus membros e também como os vai ou não desafiando a colaborar. Ter ideias muito claras do que deve ser a comunicação – que não se deve confundir apenas com a divulgação de notícias – e a quem se deve dirigir, parece-me importante. Talvez valha a pena fazer um pequeno inquérito – hoje com as novas tecnologias é muito mais fácil – perguntando o que os membros pretendem e até onde estão dispostos a colaborar. Depois se verá se é ou não possível corresponder às expetativas.

  1. Sugestões
  2.  
  • Há questões que parecem mínimas, mas que são importantes em termos visuais e da memória visual. O logotipo é uma delas. A associação devia pedir a alguém que desenhasse um logotipo (se tivermos duas ou três propostas que possam ser colocadas à votação, ainda melhor).
  • Primeiro é importante que a Associação contacte com todos através do correio eletrónico e personalizado. Isso hoje está muito facilitado através dos mailings para grupos. Mas é importante que obedeçam a algumas regras, nomeadamente que o cabeçalho seja sempre o mesmo e facilmente identificável. O contacto personalizado (com o nome do próprio) é importante.
  • Tendo a associação um mail próprio (domínio Google/gmail) seria interessante no Google drive criar uma pasta que pudesse ser partilhada com todos e que fosse repositório de material que pudesse ser utilizado.
  • A Associação devia criar uma página no Facebook que fosse um dos veículos de comunicação da mesma, sobretudo para divulgação de pequenas notícias internas e sobretudo externas, mas que podem ter interesse para os restantes membros. Deve existir uma carta de princípios de uma comunicação que não se equipara a um grupo, mas que é mais «institucional», apesar de a palavra assustar muitos. Os membros dos grupos (e cada um é livre de criar o grupo que entender) serão livres de divulgarem ou não as notícias da página.
  •  
  • Deve-se manter o blog «ANIMUS», mesmo se reformulado, como principal canal de comunicação e de reflexão. Penso que deve ser o principal canal de partilha de reflexão e não é por acaso que nele encontrámos belíssimos textos. E só não lê quem não quer ou está interessado em questões menores.

Estas notas têm como objetivo situar as coisas no seu devido lugar e, por outro lado, lançar à Associação novos desafios. Tive a preocupação de ser muito prático nas sugestões. Estou certo que se os responsáveis estiverem atentos e souberem criar espaços de participação, os interessados, mesmo se lentamente, não deixarão de responder.

Um Enorme abraço deste alguém - ora alegre, ora triste – que tenta ser feliz em seara de gente.

José Centeio



publicado por animo às 23:17
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DAS ELIMINAÇÕES A CAMINHO DA ILUMINAÇÃO A HAVER escreve Joaquim Mendeiros

Caro António,

Envio-te o que hoje coloco na página do facebook, onde estive tentando fazer um debate sobre "sanções" disciplinares naquela página, e o "post" que lá coloquei há dias. Parece-me importante publicá-los na Animus, para conhecimento dos leitores deste blogue "ad perpetuam rei memoriam". Creio que será muito útil para a muita gente que não está no facebook.

Abraços,
Joaquim Mendeiros

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Caros Amigos.

 Só hoje posso continuar o debate sobre as questões do regime disciplinar do Grupo dos Antigos Alunos, do Facebook, que aqui coloquei, e também só poderei voltar depois do próximo dia 13, de modo que vou deixar algumas reflexões sobre o assunto, na esperança de poder haver algum avanço durante estes dias de calma e serena ponderação. Senão, fugirei daqui a “sete pés”.

 Vejo o debate cada vez mais enviesado, mas nem tudo é mau. Já cá está o João Peres, de novo, pelo que vou alimentar a esperança de que ele nos possa dar resposta a algumas das minhas questões e manter o nível do debate “lá por cima”, como é minha convicção. Sem dramas.

 Vamos então a isso, mas com duas ressalvas. Primeira: rejeito todo e qualquer juízo de intenção sobre as minhas intenções, absolutamente inqualificáveis. Segunda: farei sempre um debate sereno, com equilíbrio, ponderação e bom senso e só respondo por mim.

 Como já aqui afirmei, o princípio começa pelos “PRINCÍPIOS” e “REGRAS”, tudo bem definido, e só depois se poderá falar de comportamentos, quer do membro eliminado, quer do membro que o eliminou, quer de comportamentos de outros quaisquer membros.

 Nunca ao contrário.

 Ou seja, para que se possa discutir o comportamento de um qualquer membro, no âmbito disciplinar, é absolutamente, imprescindível que, previamente, haja um regime sancionatório aprovado. Isto toda a gente percebe, porque aqui ninguém sofre de “capitis deminutio”.Coisa diferente é não querer perceber!

 Parece-me, assim, evidente, e julgo, para muitos de nós, se não a quase totalidade, que temos de saber, primeiro que tudo, com que base “regulamentar disciplinar”, eventualmente escrita (ou não) e eventualmente aprovada (ou não) e com que competência (ou não), foi eliminado um membro por outro membro e com que linhas nos cosemos para o futuro.

 Nada me fará colocar a sequência, ao contrário, ou seja, tentar justificar uma decisão, a meu ver, errada, ferida de incompetência e não prevista em lado nenhum, logo, incontornavelmente nula e sem efeito, apenas e só com base num comportamento subjetivamente considerado punível por quem sancionou, confundindo a estrada da Beira com a beira da estrada.

 E daí, vem a QUESTÃO CENTRAL que me levou a este debate e de que não abdicarei, uma vez que esse esclarecimento condicionará a minha continuação como membro deste Grupo de Antigos Alunos e que é esta: existe ou não algum regime sancionatório aprovado e quem tem competência para punir? Onde está isso?

 Desculpa, João, mas a solução parece-me muito simples. Basta que tu, que puniste, eliminando o António digas, aqui, branco no preto, onde é que isso está escrito e o assunto morrerá aí. Rumarei a outras paragens.

 Caso contrário, ou seja, se não houver nada escrito e aprovado, tu deverás, então, a meu ver, assumir que eliminaste o António, sem competência para tal e sem regime sancionatório prévio, e assumir o teu erro, pela forma que entenderes.

 Dizes que não podes estar num grupo onde alguém possa publicar o que não pode ser visto e comentado por todos. Mas, então, João? E podes estar num Grupo onde alguém (tu) pode eliminar outro membro, por causa disso? Sem base documental prévia? Não estarás a ver mal o problema?

 Não havendo regime sancionatório, nem o António, nem tu, nem ninguém poderá ser eliminado. Apenas poderá haver uma eventual censura (reprovação) comportamental de quem se achar nesse direito, no plano moral. É dos “livros”, como diria o Sousa.

 Como também já escrevi, será sempre a consciência de cada um a balizar a sua decisão de sair ou não, segundo a avaliação que fizer dos seus actos.

 Pensa no assunto e se pensares bem, tenho a convicção, ou melhor, aqui, tenho a certeza de que depois irás assumir as tuas responsabilidades. Se não o fizeres, ficarás sempre em dívida para contigo próprio e para connosco.

 QUANTO A TI, SOUSA: O que é que te move? Não achas que já é tempo de acabares com essa “estória” das inqualificáveis insinuações das obediências “hierárquicas”? Logo tu, Sousa!!! Isso inscreve-se no teu conceito de “livre expressão”? Lamentável! Eu não tenho “OBEDIÊNCIAS”, pá. É preciso ter muita “lata”! Como vês, João, isto por aqui, anda tudo ao contrário…

 Finalmente um aviso à navegação: O que está, aqui, em debate, não são tricas. Isto é muito sério.

 Saudações, sem azedume, que eu sou alentejano… e levo tempo a azedar.

 Joaquim Mendeiros
.......................................................................

Caros Amigos.

 

Verifico, depois do meu último “post”, que o João Peres não assumiu as suas responsabilidades, e que está institucionalizado nesta página, o “ direito ao insulto” (que não é novo) e o ”direito à livre expressão para insultar” (que também é velho), como “direitos” maiores que, por isso, prevalecem sobre quaisquer outros.

 

Quem por aqui anda conhece bem os insultos, de há muito tempo, e sabe quem são os seus autores, os quais nunca se assumiram como prevaricadores, eliminando-se, por exemplo, a si próprios. Não! Continuam aqui, impávidos e serenos, como se fossem os donos disto! E confirmo o que disse no “post” anterior: aqui, anda tudo ao contrário!

 

Coisa diferente será bloquear alguém, no exercício de um direito, que julga legítimo, de não querer o comentário do bloqueado no próprio “post”! Isto, sim, isto é que é gravíssimo! Quem ditou as regras? - Ninguém, porque não existem. Quem as aplicou? - O João Peres, que não as tinha, mas as criou, no seu próprio interesse!

 

De facto, vim, agora, a saber, através de um comentário aqui feito, há dias, por um dos seus amigos que, afinal, foi o João Peres quem foi bloqueado pelo António Colaço e que, por isso, o eliminou, porque “inter pares”, isso não é admissível! Insultar, sim…pode-se, porque é no exercício de um “direito” subjetivo de “livre expressão” do insultador! Agora, bloquear…nunca!

 

Vejam bem: o João Peres foi juiz em causa própria! E sem ser incomodado pela sua própria consciência!

 

Tudo isto me parece anacrónico, mais do tempo de outros tempos.

 

Eu acho inconcebível que, em qualquer foro democrático, seja ele qual for, o João Peres ou outro qualquer membro desta página, possa eliminar um outro membro, sem regras PRÉVIAS que o prevejam, e, mais, se arrogue o “direito” de julgar em causa própria!

 

Como me parece inadmissível que ande por aqui, ainda, a tentar que alguém lhe dê razão, a posteriori! Não te iludas, João! Nunca ALGUÉM o fará!

 

Vou dar por encerrado este debate, pela minha parte, porque vai chegando a hora de sair daqui, para fora.

 

Peço desculpa a todos aqueles que se sentiram incomodados com esta tentativa de debate, mas eu nunca poderia ficar calado perante a eliminação do António Colaço de forma arbitrária e autocrática, ao arrepio de todos os valores que eu prezo.

 

Parafraseando outros: Agora, eliminaram o António …e eu não dizia nada. Amanhã, eliminavam o José…e eu não dizia nada. Depois, o Francisco…e eu não dizia nada. E quando me eliminassem a mim, ou te eliminassem, a ti…já não haveria ninguém para os confrontar com o seu próprio despotismo!

 

Estou de saída. O ar desta página está democraticamente irrespirável.

 

Saudações aos meus amigos,

Joaquim Mendeiros





publicado por animo às 23:02
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