Segunda-feira, 7 de Junho de 2010
UNIÃO DAS ASSOCIAÇÕES PROMOVE JORNADA A 12 DE JUNHO.INSCREVE-TE SE QUISERES.VÊ COMO,AQUI.

Mensagem encaminhada ----------
De: União das Assoc. Antigos Alunos Seminários Portugueses <uaaasp@gmail.com>
Data: 31 de maio de 2010 00:16
Assunto: A organização agradece!
Para:


Ex.mos Senhores

No âmbito da preparação da Iª Jornada da UASP, que terá lugar no próximo dia 12, realizou-se ontem, dia 30 de Maio, mais uma reunião do Grupo de Trabalho.

Fazendo um ponto da situação constatou-se que, apesar dos esforços desenvolvidos por parte de todos, no que diz respeito à divulgação, não se tem registado, até ao momento, a recepção de grande número de inscrições.

Neste sentido, o Grupo de Trabalho vem, uma vez mais, solicitar aos responsáveis das Associações/Movimentos de Antigos Alunos a sua colaboração no sentido de sensibilizarem os vossos associados, que estejam interessados em participar no referido evento, para a necessidade de se inscreverem até dia 9 de Junho. Não obstante a possibilidade de o poderem fazer até ao início da Jornada, este pedido prende-se, como devem compreender, com questões de organização, nomeadamente, com a logística do almoço.

 

Certos da vossa atenção para com o assunto exposto e da vossa habitual colaboração apresentamos os nossos melhores cumprimentos.
P. Armindo Janeiro
(Coordenador)


publicado por animo às 08:45
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Domingo, 6 de Junho de 2010
BOA RECUPERAÇÃO, CARLOS MINGACHO!

 

 

 

 

 

 

 Caríssimos,
 
    O Carlos Mingacho vai, amanhã, ser submetido, em Coimbra, a intervenção cirúrgica.
 
    Será na Casa de Saúde de Santa Filomena e prevê-se que esteja internado até dia 11 de Junho.
 
 
    João Peres

_______________________

 

NR

Para que não sobrem dúvidas, mal acabei te tomar conhecimento desta informação enviei mensagem ao Carlos desejando-lhe os melhores êxitos para a intervenção e que se ponha fino, bem depressa, porque quero tudo esclarecido com ele.

O Carlos, entretanto, agradeceu o gesto.

Nada me move contra as pessoas em si, cada pessoa, com os seus momentos de serenidade conhecendo, por vezes, altos e baixos.Interessa-me sim, como diz S.Paulo, "combater o bom combate" e, no final, se as minhas ideias não fizerem vencimento, ou porque fui incapaz de as explicar, ou porque não têm mérito, aceito a vontade da maioria.

 

Agradeço ao Espírito Santo a serenidade que me deu para não responder, de imediato, ao mail do Carlos.

Deixemos que recupere. As duas ou três ideias que tenho, entretanto, para apresentar a todos, na sequência dos últimos equívocos a que vimos assistindo, darei conhecimento amanhã!

 

Põe-te fino, Carlos.

antónio colaço



publicado por animo às 21:50
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UM MAIL DE CARLOS MINGACHO

 

 

 

(NR : Mail recebido às 0.54) 

 

 

 

assunto:Eu sou o autor do texto que não identificaste

 

 

Colaço,


Cada vez me surpreendes mais...

Tomei conhecimento de ti e conheci-te na primeira reunião preparatória do encontro de Alcains, pareceu-me que eras outra pessoa, o mesmo certamente dirás de mim, mas eu sou sincero ao invés de ti pois aquilo que pretensamente pareces defender, cheira-me a algo de salazarento e bolorento.
Se o texto que recebeste não te era endereçado, porque é que o que publicaste?
Porque é que fizeste os sublinhados a "Bold" que não constavam do texto original?
Colaço, isto cheira-me a algo dos tempos da outra senhora, que não me parecem ser a da ideologia que dizes perfilhar, que não sei qual é nem me interessa, apenas sei que és acessor (NR: assessor) de imprensa da Bancada do PS no parlamento, partido do qual eu sou militante, um militante activo como autarca que nada recebe do partido e nada dele precisa, felizmente.
Desta feita não sejas cobarde e publica este texto e, podes dizer aos leitores do teu Blog que fui eu o autor do texto que ilegitimamente publicaste e que o realce feito em "Bold" é da tua autoria.
Gosto de assumir o que escrevo, digo e assumo as minhas responsabilidades. Sempre fui assim...
Não estou a soldo de ninguém, apenas estou desinteressadamente como Antigo Aluno dos Seminários em contribuir para que os próximos encontros sejam uma "Festa".
Por isso estarei disponível para que o Gavião/2011 seja uma festa.
O Blog...esse que continue. Mas que o faça sem truncar textos e que nunca os publique sem que os mesmos lhe sejam endereçados.

 

Carlos Mingacho
(Este é para tu publicares e darei conhecimento do mesmo ao Peres, ao Pissarra, ao Silvério, ao Ventura e ao Ilídio)



publicado por animo às 11:00
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Sábado, 5 de Junho de 2010
QUE NÃO SE DESTRUAM AS PONTES LANÇADAS EM ALCAINS

 

José Castilho, terceiro a contar da direita

 

 

 

 

Confesso que não consigo compreender o que se passa (deve ser falta de capacidade minha...)
Como é possível que, apenas um mês depois do memorável encontro de Alcains, haja tanta acrimónia, tanta "guerra" entre antigos companheiros de bons e maus momentos?
Nunca entendi estes encontros como medalhas que se colocam na lapela, mas apenas como momentos de, com alguma nostalgia, revisitar o passado, encontrar "aquele amigo" de que se não sabia há dezenas de anos, recordar peripécias, e tudo o mais que cada um tem inscrito naquele canto onde se esquecem as memórias que, afinal - vimos a descobri-lo depois - não estão tão apagadas como parecia.

De tudo o que aconteceu... e do que tem acontecido nestas últimas semanas resulta claro que há uma grande diversidade de culturas e mentalidades, fruto do enorme arco temporal que abrange o grupo dos antigos alunos dos seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco. Mas isso, não significa que não possa haver, pelo menos, - é forçoso que haja! - um mínimo denominador comum que nos una: o respeito e a amizade.

Não vou entrar nas polémicas que por aqui se mostram ou adivinham.

Apenas proponho que não se destruam as pontes lançadas em Alcains, sejam quais forem as nossas diferenças. Ninguém detém o primado da verdade. Por isso, na nossa diversidade, vamos por diante, sem picardias, sem remoques, sem insinuações.

José Castilho

 

P.S. – Peço licença para enviar um abraço ao Pe. Marcelino, que eu bem gostaria de ter encontrado. Juntamente com o falecido Pe. Manuel Pinheiro são duas das poucas boas recordações que guardo daqueles tempos.



publicado por animo às 10:09
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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010
OLÁ, ANTÓNIO RODRIGUES, COMO FOI POSSÍVEL....

 

Antonio Rodrigues, irmão, amigo, trago estas palavras apertadas no meu coração, há já alguns dias, e o tempo que disponho, hoje, não me permite, como desejaria, ir mais longe. Como foi possível que só há alguns dias atrás, ao editar na totalidade as muitas fotografias que nos chegaram, tropeçasse na tua imagem e nela tivesse reconhecido alguém a quem eu queria ter dado um apertado abraço de gratidão?!

Como foi possível naquele frenesi todo para que nada faltasse, para que nada falhasse, que não te tivesse, sequer, falado?!

 

 

Uma confissão, António, ainda que breve: Alcains, mas muito antes, Ericeira 2000, mas muito antes, ainda, os primeiros encontros em Campo de Ourique, fizeram-se, porque nunca quis dar de barato que o tempo entre todos nós tivesse conhecido qualquer sombra de corte, de ruptura.

Nós, os que, afortunadamente, vivemos a gloriosa década de 60 em Alcains.

Estou,hoje, em cada dia que passa, cada vez mais absolutamente convencido de tal facto depois, como verás, de leres, mais à frente, as alarvidades que trago para partilhar contigo de alguém que ainda não resolveu, e nem quer que o ajudem a resolver, lidar em paz e serenidade de espírito com um mar imenso de ressentimentos e ódios antigos.

Não tinhamos ainda os blogs e sim as cartas seladas pelos correios. Não tinhamos, ainda, os blogs mas os primeiros e envergonhados mails e, muito menos,não tinhamos, ainda, essa maravilha da técnica, os telemóveis!!! De tudo, ao tempo, lançámos mãos pois o único objectivo era, ontem como hoje, comunicar!Só quem não percebe isto se permite dizer o que vais ler!

Não estou nada arrependido de tudo ter feito para que o Alcains 24 de Abril inicialmente imaginado para único reencontro dos que por ali estivemos a meio da década de 60, tenha conhecido o alargamento que conheceu. Era um alargamento dentro de um outro inicialmente imaginado. Continham-se e contêm-se.

Mas por causa dessa alegria toda, António, eu não te reencontrei, como a outros, se calhar, e tu, dirás agora, mas que fiz eu para que de mim te lembres agora, assim, deste modo...

António,e seguramente  outros nomes com quem, entretanto, tive o odivinhado privilégio de me reencontrar, vocês eram os mais crescidos, a quem, por vezes, no sofrimento dos dias de quem crescia, um olhar, uma palavra, apenas, bastasse como refúgio para o mar encapelado de uns revoltos 13,14,ou mesmo 15 anos à deriva.

Era para te dizer, como já o disse a muitos, OBRIGADO, que me sinto revoltado de não te ter reconhecido senão agora na aridez desta mesa de montagem!

 

António, quando um dia a pacatez da tarde de um Junho quente foi interrompida por um Taunus verde e preto que, abruptamente, me separou daqueles com quem queria subir ao altar, apenas tive tempo de deixar um papel meio amarfanhado debaixo da porta de um jovem padre em quem muito confiava e com quem tenho o privilégio de um tu cá tu lá no hoje dos dias, no qual deixava escrita uma espécie de profecia que, para mim, se cumpriu 43 anos depois "Um dia voltaremos a encontrar-nos e eu serei padre!"

 

Foi em nome desse SACERDOTES POR UM NOVO SACERDÓCIO, ,António, que nos reunimos em Alcains e que, para mim, tem valido a pena, em paz comigo próprio desde há alguns anos, continuar por aqui!

 

É por isso António, atrás de ti o Zé Henriques, outro amigo, que não posso deixar passar esta ocasião sem reafirmar que, para mim, mais do que discussões sobre associação a ou b ou não, eu quero saber se este é de facto um lugar para continuar a caminhada, de mãos dadas com os novos amigos que, mais antigos, ou mais recentes, entretanto chegaram!

 

Ou, se, pelo contrário, este é um lugar para reproduzir velhos ódios e indisfarçáveis invejarias e outras ninharias que, sibilinamente, nos tentam minar os dias!

 

 

Sim, António, não és uma figura literária a que recorra. De ti, lembro a serenidade que, apesar de fugaz, tão breve foi o nosso convívio, a todos nos

infundias.

É também à sombra dessa tua serenidade que imagino continues a cultivar, que procuro a tua sábia palavra para, comigo e com todos os que quiserem, me ajudares a entender um sibilino e doentio ódio que perpassa nas palavras que se seguem e que, sem querer, (a net tem destas partidas) vieram ter à caixa do meu correio, mas não dirigidas à minha pessoa.
Ao proteger a identidade do autor apenas pretendo dar-lhe mais um tempo para que, de uma vez por todas perceba se de facto este é o lugar certo para injectar o veneno com que, sibilino, rastejante, espreita os mais incautos de nós.

Obrigado, Antònio.

Um abraço.

antónio colaço

Deixo-te com este naco de prosa:

 

 

.....

 

Porquê D. Marcelino? Será que os velhos do restelo começam a estar preocupados com o êxito de Alcains? Será que a Associação dos Antigos Alunos ou simplesmente a Reunião dos Antigos Alunos já está a ameaçar aqueles que, não quiseram apostar nelas, pois elas seriam ameaçadoras para as mentes e a calma de uma Igreja, da qual a maior parte de nós não deseja?

 

Está na hora do toca a reunir, deixemo-nos de Blogar, onde o ego de quem o faz continua a prevalecer ao invés do relançar do verdadeiro debate do nosso futuro, porque o blog só o foi pq havia Alcains.

 

Se o encontro de Alcains foi um êxito, tal fica-se a dever ao acto abnegado de uns tantos amigos e nem só, que resolveram meter mãos à obra e pensaram, dialogaram e tornaram o sonho realidade. Por isso de novo torna-se imperioso uma reunião "fisica" desses amigos ou de outros, para levar prá frente "Gavião / 2011" e redefenir o futuro com ou sem a Associação, conforme a vontade de todos.

 

Se ficarmos pelas cartas ou pelo blog, não vamos a lado nenhum e voltamos de novo ao encontro da Buraca, ao qual nunca fui nem nunca irei, acontecendo, penso eu, o mesmo com a maioria de todos aqueles que foram a Alcains, pois a Buraca nunca passou de um grupo de saudosistas e o Gavião ficará pelo caminho, assim como, a vontade de nos transformarmos em algo mais.

 

Um abraço.

(...)



publicado por animo às 19:39
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ALVES JANA.MOURINHO ANDA MUITO SOZINHO

 

 

 

Mourinho anda muito sozinho

 

 

Agora já são poucos os que se atrevem a zombar daquele que foram obrigados a reconhecer como “especial”. Mas há muitos que só estão à espera de que ele comece a perder, porque ninguém vence sempre, para se desforrarem da humilhação de terem de reconhecer as vitórias que tem vindo a multiplicar. Podiam tentar perceber como se tornou o “melhor treinador do mundo” e aprender com ele, mas não. E, no entanto, alguns dos elementos do seu segredo estão patentes.

Por um lado, trabalha com os melhores, enquanto outros escolhem os medíocres, com a esperteza de que assim poupam nos custos sem perceberem que perdem nos resultados. Por outro, faz um trabalho de rigor científico e técnico irrepreensível que assenta pelo menos em dois grandes princípios: trabalha-se para ganhar em equipa e ganha-se em equipa para que todos os elementos da equipa ganhem.

Dito de outro modo: trabalha com os mais capazes e os mais desejosos de vitória e faz com que eles se tornem mais capazes e ainda mais vitoriosos. Assim cria um círculo virtuoso em que os resultados aparecem como naturais, apesar de terem pela frente os maiores perigos, isto é, os maiores adversários.

Mourinho fez uma revolução no futebol, uma mudança no paradigma do treino. Com os resultados e com a sua análise, há anos que nos diz e mostra que o sucesso acontece quando um movimento de baixo para cima se articula de modo positivo com um movimento de cima para baixo e assim institui uma circularidade criadora. Numa equipa de futebol, como em tudo o mais.

Podemos olhar à lupa os casos de insucesso que, quase de certeza, encontraremos o contrário. Regimes de funcionamento mais ou menos anárquico ou a suposição de que trabalhar ao mesmo tempo e na mesma casa é trabalhar em equipa. Não é. Ou que ter poder para admitir, pagar e despedir é o mesmo que liderar com eficácia. Não é. Ou que ser bruto a mandar é ser mais eficaz. Não é.

Mourinho “é o maior” e é português. Seria de esperar que quem tem responsabilidades directivas estudasse o “caso Mourinho”, tentasse aprender com ele, espiasse os segredos que lhe têm dado as vitórias. Mas não. Apesar de o segredo de Mourinho ter sido objecto de estudos e de publicações que são hoje de fácil acesso.

Uma grande parte dos nossos problemas resulta de que estamos convencidos de que já sabemos, sem termos a ousadia de sujeitarmos ao teste da realidade aquilo que julgamos saber. Por isso, continuamos a assistir a uma sucessão ilimitada de casos em que se quer resultados através de métodos comprovadamente ineficazes. E mesmo quando há resultados positivos, se olharmos um pouco para dentro percebemos que estes podiam ser muito maiores se as coisas corressem de outra maneira.

É aqui que está muita da baixa produtividade das nossas escolas, das nossas empresas, dos nossos serviços públicos, ou mesmo das nossas organizações de voluntariado. É necessária uma mudança de paradigma, uma revolução. E Mourinho está aí para mostrar que sim e como. Num tempo em que o sucesso é tão necessário como pão para a boca, seria de pensar que os casos de sucesso fossem também casos de estudo generalizado. Mas não, são sobretudo casos de inveja e de conversa fiada. Limitamo-nos a dizer poética e obstinadamente: “Não, não vou por aí”. E no entanto…

 

Alves Jana

 



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Quinta-feira, 3 de Junho de 2010
ASSOCIAÇÃO.SIM OU NÃO?

Nascer do Sol.Serra do Bando.Mação

 

 

 

Outro ponto de vista

 

Aqueles que partilham mais entre si, sabem mais. Eu, ouvinte e leitor passivo deste blog, pouco sei; apenas o “diz-se”, “comenta-se” e “insinua-se” até, que o que era bom era criar uma Associação.

 

Ora, qualquer Associação tem que ter um objecto. Qual será esse objectivo tão essencial que ninguem definiu, ainda, neste blog? É tão medonho e ofensivo, para alguns, para não ser conhecido por todos? Peço desculpa, por estar tão mal informado. Esclareçam, por favor, para que todos tenhamos a faculdade de  dar as nossas opiniões e declarar, ou não, a adesão a esta Associação.

 

É claro que uma Associação com objectivos bem definidos pode ser limitativa e selectiva, porque obriga a deveres comuns a todos os sócios (embora tambem tenha direitos) e poderá não abarcar a totalidade dos antigos alunos, dada a sensibilidade e projecto de vida de cada um de nós.

 

Se o todo é mais do que as partes, as partes também cabem no todo. Porque não fazer encontros dos antigos alunos, que tanto aprenderam e tanto devem aos Seminários (leia-se os seus mentores), para confraternizarem e reviverem momentos importantes da sua juventude. Se alguns ou todos quizerem criar uma Associação, porque não? São livres de voar e perseguir objectivos maiores, em prol de alguma coisa, da sociedade ou de si próprios.

 

Digam-nos ao que vamos. De contrário direi como o poeta José Régio: “Eu não sei para onde vou. Só sei que não vou por aí.”

 

Eu quero ir ao Gavião como antigo aluno. Não descarto filiar-me numa Associação se os seus objectivos fizerem parte das minha convicções.

 

Boas noites a todos e em especial ao Sr. Padre Marcelino, pois é assim que o conheço e retenho na minha memória.

 

Um  abraço,

 

 

Manuel Alves



publicado por animo às 08:23
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Quarta-feira, 2 de Junho de 2010
POR UMA ASSOCIAÇÃO COMO LOCOMOTIVA DAS NOSSAS REALIZAÇÕES

 

 

 

Aos meus queridos companheiros de jornada
 
Começaria por me regozijar com este novo fôlego no debate sobre o que queremos fazer, aproveitando o que nos une e que é muito mais do que aparentemente pode parecer.
Das opiniões que têm sido expressas, resultam sem dúvida posições divergentes.
Há quem prefira manter um figurino mais informal, isto é, a continuação dos encontros no estilo dos que ultimamente realizámos e/ou vinham sendo realizados na Buraca e parece que também há quem se incline para a formalização de uma entidade legalmente instituída que nos representasse e que fosse como que a cabeça ou locomotiva das nossas realizações.
Penso que qualquer um dos caminhos será possível, desde que haja caminho. Parar, desistir, são palavras que deveríamos banir do nosso léxico.
Em meu critério e pelas razões que já escrevi, penso que haveria significativas vantagens nesta segunda opção. Mas é isso que está em debate.
Legalmente, as associações só não podem ter por objecto finalidades contrárias à ordem pública ou ofensivas dos bons costumes. No demais podem ter por finalidades tudo o que os seus instituidores pretenderem, fins culturais, religiosos, de mero lazer, de defesa de interesses comuns, entre outros. O direito ao associativismo nestes termos é mesmo considerado uma conquista da democracia com assento na Constituição da República.
Se me é permitido gostaria de lembrar o que já tenho escrito sobre a defesa desta solução.
Em primeiro lugar instituir uma entidade em que nos revíssemos e onde nos sentíssemos representados seria só por si um passo na manutenção da nossa rede.
Depois haveria sobretudo as vantagens que adviriam do facto de todos juntos valermos muito mais do que a soma das partes.
Em termos práticos uma Associação, cujo objecto deveria ser o mais alargado possível onde todos se revissem, independentemente da sua orientação religiosa. Que me desculpe quem pensa o contrário mas não vejo justificação para ter um fim canónico. Isso poderia até considerar-se uma intromissão em áreas para as quais não tivemos nem temos que ter vocação.


Paralelamente a própria Associação poderia promover a criação de uma Instituição Particular de Solidariedade Social, esta voltada para o apoio social dos seus membros. São conhecidos os apoios financeiros estatais que são disponibilizados para estas instituições e são conhecidas as necessidades (talvez até possamos prever que essas necessidades se irão acentuar à medida que se envelhece) de muitos ex-alunos que disso poderiam beneficiar.
Sinceramente não vejo que seja necessário gastar tanto tempo para debater e decidir o que manifestamente seria vantajoso para a generalidade dos ex-alunos.
Mas debata-se o que for necessário debater, confrontem-se as propostas, sejam dados contributos, ouçam-se todas as opiniões. Não seja por isso que se excluirá seja quem for.
Um abraço


Silvério

 

NR

Título da responsabilidade da redacção.



publicado por animo às 12:53
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Terça-feira, 1 de Junho de 2010
CONVOSCO SEREI SEMPRE O MARCELINO.AS NOSSAS REUNIÕES SÃO DE AMIGOS, NÃO DE PERSONALIDADES

 

Meu caro Colaço

Uma saudação amiga

Às vezes fico a pensar se eu, quase octogenário, mas, graças a Deus, no meu perfeito juízo, ainda falo e escrevo um português que se entenda. A minha pergunta vem do facto de ver tão desencontradas interpretações da minha ausência em Alcains e, sobretudo, agora, da carta que te enviei e vejo agora publicada e comentada no Animus.

 

A reacção do Ilidio é muito curiosa, não o vejo há mais de trinta anos, sempre o estimei, deixei-o como jornalista em Ponte de Sor, se não me engano, e agora, num gesto "democratico e plural" trata-me como um intruso!...

Ser de Aveiro não quer dizer que me alheie dos problemas da minha diocese de origem ou que passei a intruso, que nada tenho a ver com os antigos alunos, eu que tenho a alegria e a honra de o ter sido e de tudo ter feito e continuar a fazer, no que sei  e no que posso, pelo bem de todos.Não falta quem o saiba. Vá lá, que o Ilidio me fale do seu azedume directamente, não reaja como um vulgar anticlerical. A vida já me ensinou a estar com quem me aprecia e com quem me detesta. Não corro atrás de palmas ou de elogios. Corro por causas e a maior è a amizade qe nos une e gratidão pela escola que nos formou e nos deu a mão. 

Penso que no caso dele, não há qualquer razão para reagir como fez, mas se for que o diga.Gosto de olhar olhos nos olhos.

 

No caso de Alcains, quando eu disse que não podia estar, foi mesmo porque não podia. O resto é encenação. Nem tinhas que mendigar nada, porque eu não sou senhor feudal que se faz rogado para dar benesses...

 

Em relação à minha carta. Ela é clara. Basta lê-la sem preconceitos. Não defendo uma dama. Dei um contributo. Disse que nunca contribuiria para divisões. Manifestei a minha opinião e dei a sugestão de discutirmos o problema numa assembleia e chegarmos a uma conclusão, a melhor que pudermos, dado que está claro que temos de fazer alguma coisa no presente e a pensar no futuro. Mais nada. O que tenho é alguma experiência da vida e até da vida associativa. Faz parte da minha bagagem. Convosco serei sempre o Marcelino e não o bispo, porque as nossas reuniões são de amigos e de amigos, não de personalidades. Essa é a nossa força, que não se pode perder.

 

 

Quando for a hora de reflectirmos, direi, como um antigo um aluno "concreto" de Gavião, Alcains e Marvão, e com antigos alunos meus alunos em Portalegre, o que penso e sujeito-me ao que a maioria esclarecida decidir. Volto a dizer que reconheço e defendo na sociedade civil e na Igreja o direito à livre associação. Que mais? Agora é só uma questão de forma que mantenha vivo o espírito. Nada mais

Agradeço o teu empenhamento e o de muitos outros e faço votos de que a amizade que nos une a todos grite mais forte que as razões  momentâneas de cada um.

Um abraço amigo extensivo à tua família do

 

Marcelino.

 

__________________________

NR

Meu caro Marcelino - no melhor espírito do que sugere - mais palavras para quê? Se o meu querido amigo tivesse ido, desde logo, à Buraca - como tanto desejámos, tal como D.Antonino, e não vamos falar mais das tantas e variadas estratégias para o consguir - teríamos poupado aquilo a que, incorrectamente, em meu modesto entender, chama "confusão". Antes, falta de informação.

2

A prova é que, nas últimas horas, o meu querido amigo deu provas de uma actualização espantosamente  bem-vinda e porquê?!

Porque leu a animus e, em seguida, pegou no mail e aí vai disto!

E ainda bem!

Esta é a receita para que valha a pena, no intervalo das nossas iniciativas, utilizar a net para aquilo que quisermos, desde recordar velhos tempos, debater a actualidade, propor actividades, rezar na net (faço-o com mais à vontade no meu blog pessoal, confesso, mas lá iremos!) etc, etc e, até, por que não, darmos contas das nossas divergências!

Um aparte para dizer que questionei o Ilídio se me autorizava a publicar as suas palavras no que me disse .."Claro que pode publicar. Sempre assumi tudo o que fiz e disse, com nome e rosto.Abraço.Ilídio Pinto Cardoso".

3

Ou seja, agora que o temos connosco, vai ver que isto se torna muito mais interessante e que só temos a lucrar com a sua tão "sábia octogenidade" para citar o nosso querido Mário Pissarra.

Meu caro Marcelino - gostei dessa porque se identifica com o Marcelino que me fazia ir aos Encontros da Buraca, com o Cónego Marcelino evocado pelos meus pais e vizinhos que vinham animados dos cursos de cristandade....é um privilégio, para mim, tê-lo finalmenmte connosco!

 

Prepare-se, então, embora ainda não saibamos o como, o quando e o quantos é que vão...CELEBRAR ESSE PERTO DO PRINCÍPIO EM GAVIÃO!!!!

 

Acho que um destes dias ainda marcho com o Ilídio, até Aveiro, para derrotarmos os "ovoismóis" (moles, claro!) que nos vai servir depois de um qualquer peixinho grelhado!!!

Grande abraço!

 

antónio colaço



publicado por animo às 19:27
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ILÍDIO PINTO CARDOSO. A ANIMUS JÁ NÃO ME DIZ NADA.

 

Caro António Colaço,

Fui há momentos ao Blog.

Por acaso, só por acaso, porque já não está nos meus favoritos.

Já não me diz nada.

Os conteúdos passam por mim mas eu não passo por eles! 

 E então esta carta de D. António Marcelino, que pelos vistos se julga a consciência da classe, acabou de vez para mim... já que está em Aveiro que por lá fique e vá à pesca...

Continuem a escrever-se dando a extrema -unção uns aos outros.

Por mim, ponto final.

Abraço

 

Ilídio Pinto Cardoso

 

P.S. - A malta do meu ano está activa e não tem blog!...

 

 

NR

 

Meu caro Ilídio, era meu propósito nada mais dizer depois das duas ou três notas que  acrescentei à carta de D.António Marcelino, pensando, assim, estimular o debate para que ela convoca e remetendo-me para um silêncio editorial como forma de não monopolizar este espaço que se quer de partilha, mas as tuas palavras vêm carregadas de muitas outras mensagens que só esperaram pela carta de D.António para encontrarem campo onde ser semeadas e vêm carregadas de um baixar de braços de que não quero ser acusado.

Já bastou a do "coveiro" para que, agora, de uma vez por todas, diga olhos nos olhos, a ti e a todos aqueles a quem isto já não diz nada, meus caros, estão à vontade, só vale a pena caminhar este caminho com quem, de facto, o quer caminhar.

 

2

Pela segunda vez reaparece  a ideia de que "os do meu ano" estão bem, o resto pessoal que se cuide!

Ingénuos, nós, os de 1963 que um dia resolvemos abrir as portas do nosso blog, anular o seu próprio nome "ano1963" para dar origem a um espaço maior, mais partilhado, mais enriquecido, mais consciente, afinal, de que estivemos todos no mesmo barco?!

 

Como responsável primeiro, sem mandato de ninguém, aqui estou a reafirmar alto e bom som de que não estamos nada arrependidos dessa opção e que só temos enriquecido o nosso coração com a partilha não só das histórias passadas, que, de todo, ignorávamos mas, sobretudo, com as tantas horas que temos investido em alimentar e reinventar o hoje de que se fazem os nossos dias.

 

3

Meu caro, mesmo que "só por acaso", vai passando. Como para tudo o que nasce, crescer implica duvidar, hesitar e, até, berrar meia dúzia de impropérios, mas, depois, quando a solidão nos tolda a visão e a perda de rumo nos turva o horizonte, como sabe bem o ombro do amigo ou o colo e a fronte da Mãe.

4

Estamos todos, de facto, no mesmo barco.

E mesmo no tempestuoso mar dos dias encapelados, não deixes de nos procurar, ou, como pode ser o caso, não nos abandones se nos sentires a afogar.

 

Ilídio, deixo-te esta rosa* e o seu perfume antigo.

Quero continuar teu amigo

 

 

antónio colaço

 

*Sei que ficaste magoado por nem tudo ter publicado. Houve problemas de scanner mas, sobretudo, um crescente frenesi na preparação de Alcains. De qualquer forma, quando quiseres, coloca-nos entre os primeiros favoritos à partilha do que entenderes.

Outro abraço

 



publicado por animo às 15:57
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