Quinta-feira, 8 de Agosto de 2013
RELEMBRAR O PEDIDO DO ROGÉRIO ALMEIDA

AGORA QUE TEMOS IMAGEM DO ROGÉRIO VOLTAMOS A RELEMBRAR O SEU PEDIDO.

Ele está um pouco desanimado com as respostas do pessoal....(onde é que eu já ouvi isto?) mas não desistas rapaz!!!

Continuo a dizer que, pessoalmente, acho que estes dados não devem ter divulgação pública como o Rogério aqui fez. Temos os mails para esse objectivo.

O seu exemplo é apenas, e tão só, um exemplo. Certo?

Êxitos para o teu trabalho.

antónio colaço

 

 

Zé Castilo com Rogério Almeida

Quem, Quantos somos?

Desde que há pouco mais de ano me reencontrei com o nosso grupo de ex-alunos, tenho sentido que é muito complicado contactarmo-nos, não havendo uma lista atualizada de nomes, moradas ou telefones, sem a qual é complicado encetar um trabalho mínimo de organização da nossa estrutura. No último encontro anual em Alcains junto do Colaço, Pissarra, Mingacho, Peres e Zé Ventura pude confirmar a premência de elaborarmos uma base de dados em formato Excel ou Access com os contatos de todos os ex-alunos. Igualmente do Zé Centeio li há poucos dias, no nosso site do Animus, um apelo à Base de Dados.

Parece que a maneira mais expedita e rigorosa será começar por pedir a colaboração individual de todos para o envio para mim dos vossos dados pessoais por correio, telefonema ou preferencialmente por correio eletrónico.

Começo por exemplificar com o meu registo.

Nome completo: Rogério Roque de Almeida

Lugar de Nasc: Tojeiras

Freguesia de Nasc: Santo André das Tojeiras

Data de Nasc: 15/10/1947

Ano letivo de entrada no Seminário: 1958/59

Morada Postal: Rua da Piscina, 18-4ºDtCastelo Branco

Código Postal: 6000-776

Tel. Fixo: 272329172

T. Móvel: 914766053

Endereço eletrónico: rogroque@hotmail.com

Outros campos poderão ser úteis como Profissão, Habilitações académicas ou Elementos constituintes da família, mas tenho algumas dúvidas sobre a sua oportunidade. Agradeço antecipadamente todos os vossos comentários, críticas e sugestões.

Um abraço e toca a alimentarem a vossa base de dados, já!

Rogério

NR

2

É assim: esta ficha, tua, que publicas, serve apenas para exemplo. Achamos que todos os dados devem ser preservados e, uma vez recolhidos, também por mail, claro, deverão, posteriormente, ser enviados por mail para quem os solicite.Como aliás se fez em Alcains 2010.

Bom trabalho!

antónio colaço



publicado por animo às 14:50
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Terça-feira, 6 de Agosto de 2013
UM POSTAL ILUSTRADO, PERDÃO, MUSICADO,DESDE A MATRIZ DE MAÇÃO

A foto não é famosa e a belíssima talha dourada de um dos altares laterais da Matriz de Mação merecia mais.

Ainda assim, apenas para um pequeno compasso de espera para a próxima ligação ao órgão novo da Matriz (...o velho, de tubos, é o do Coro, esse fica para mais tarde).

2

É assim, dedico este trabalho a dois amigos que fazem o favor de seguir estes improvisos no......Brasil.

Um deles, que não conheço, anda por aqui, o Nuno Gaspar, o outro, uma senhora que no passado domingo veio ter comigo no final do habitual improviso depois da Eucaristia dominical. Disse-me que era do Castelo, freguesia de Mação, mas está radicada há cinquenta anos no Brasil e que gosta das crónicas no VMT e dos improvisos.

Obrigado a ambos.

3

Estou com muita curiosidade em voltar a ouvir este trabalho.

A caminho do Vale das Árvores, esta tarde, depois das sardinhas assadas ( não, não houve nenhum tinto, apenas uma singela "mine"), em fato de trabalho ( ainda bem que não estava ninguém) foi como se limpasse o lixo que em mim também trago acumulado.

Espero que gostem.

Eu gostei-me.

Meu caro António Esteireiro, gostava que ouvisse.

Apenas por ouvir!

Abraço.

antónio colaço






publicado por animo às 23:55
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Segunda-feira, 5 de Agosto de 2013
O AMOR E O TEMPO escreve Joaquim Mendeiros

Caro Colaço,
É tempo de viver o tempo. a cada momento, melhorando sempre a nossa relação com ele, como diz inspiradamente o Zé Centeio, deliciando-nos... Para a delícia ser total, penso que será bom juntar o amor ao tempo, como fez António Feijó num inspirado momento da sua vida poética que Ponte de Lima perpetuou no painel que junto envio e que está exposto na vila.
Abraços,
Mendeiros



publicado por animo às 23:56
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ROGÉRIO ALMEIDA QUER REORGANIZAR A NOSSA BASE DE DADOS!!!TOCA A COLABORAR!!!

 

Quem, Quantos somos?

Desde que há pouco mais de ano me reencontrei com o nosso grupo de ex-alunos, tenho sentido que é muito complicado contactarmo-nos, não havendo uma lista atualizada de nomes, moradas ou telefones, sem a qual é complicado encetar um trabalho mínimo de organização da nossa estrutura. No último encontro anual em Alcains junto do Colaço, Pissarra, Mingacho, Peres e Zé Ventura pude confirmar a premência de elaborarmos uma base de dados em formato Excel ou Access com os contatos de todos os ex-alunos. Igualmente do Zé Centeio li há poucos dias, no nosso site do Animus, um apelo à Base de Dados.

Parece que a maneira mais expedita e rigorosa será começar por pedir a colaboração individual de todos para o envio para mim dos vossos dados pessoais por correio, telefonema ou preferencialmente por correio eletrónico.

Começo por exemplificar com o meu registo.

Nome completo: Rogério Roque de Almeida

Lugar de Nasc: Tojeiras

Freguesia de Nasc: Santo André das Tojeiras

Data de Nasc: 15/10/1947

Ano letivo de entrada no Seminário: 1958/59

Morada Postal: Rua da Piscina, 18-4ºDtCastelo Branco

Código Postal: 6000-776

Tel. Fixo: 272329172

T. Móvel: 914766053

Endereço eletrónico: rogroque@hotmail.com

Outros campos poderão ser úteis como Profissão, Habilitações académicas ou Elementos constituintes da família, mas tenho algumas dúvidas sobre a sua oportunidade. Agradeço antecipadamente todos os vossos comentários, críticas e sugestões.

Um abraço e toca a alimentarem a vossa base de dados, já!

Rogério

NR

Só não temos por aqui uma foto tua.Podes enviar?!
Quanto ao resto, obrigado da nossa parte!
Nada que não tivessemos já feito no princípio trabalho continuado por outros, nomeadamente, o João Peres e Silvério e que, cremos, poderão ter uma palavra a dizer.

2

É assim: esta ficha, tua, que publicas, serve apenas para exemplo. Achamos que todos os dados devem ser preservados e, uma vez recolhidos, também por mail, claro, deverão, posteriormente, ser enviados por mail para quem os solicite.Como aliás se fez em Alcains 2010.

Bom trabalho!

antónio colaço



publicado por animo às 17:18
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Quinta-feira, 1 de Agosto de 2013
O TEMPO QUE NOS FOGE E AS FÉRIAS QUE NOS ESCAPAMescreve Zé Centeio

 

Caramulo

 

Há alguns anos, um estudante oriundo de Cabo Verde, recém-chegado à agitação urbana à qual não estava habituado, fez a seguinte observação: - Nós, em Cabo Verde, temos o problema da água, mas vocês aqui têm um problema bem mais complicado. Os interlocutores, atónitos, desconfiados e de olhos suspensos, olharam-no fixamente à espera de uma resposta. Ele, na sua calma africana sem pressa de atropelar a vida, respondeu: - A falta de tempo.

Nenhuma outra observação podia ser tão pertinente e certeira. Na verdade, as sociedades ditas desenvolvidas têm um problema com o tempo. Ou melhor dizendo, com a falta dele. As sociedades passaram da cadência da natureza para a cadência da cadeia de montagem e, nos tempos recentes, obedecemos à cadência internauta, numa espécie de «big brother» planetário em que parece ser obrigatório estarmos sempre presentes, como diz Pacheco Pereira numa interessantíssima entrevista à revista «LER» (Julho|Agosto 2013). Perante tão grande confusão, inventaram um dos grandes palavrões do nosso tempo: a gestão. Este é na verdade o tempo da gestão. Nada pode ser deixado ao acaso e tudo tem que ser gerido: a carreira, a família, a vida pessoal, a educação dos filhos... É nececessário tudo rentabilizar, porque a produtividade comanda a vida! Dir-se-ia que a vida só ganha sentido se devidamente gerida. E os tempos desse novo compasso, tantas vezes descompassado, passaram também eles a ser objeto da gestão e dos seus deuses ou, como agora é moda designá-los, dos seus gurus. Aliás, é-nos dito – e eu também o digo – que a gestão do tempo é das tarefas mais difíceis, mas também das mais importantes. E a gestão do tempo não é mais que a gestão da nossa vida. E, diga-se, não é coisa pouca!

Como a vida corre à velocidade da fibra ótica nós, simples humanos, esforçamo-nos por sermos ubíquos, porque a omnipresença sabemo-la inatingível por ser pertença dos deuses. São tantas e tantas as solicitações, são tantos e tantos os desafios, são tantas e tantas as coisas que desejaríamos saber e fazer que, perdidos nesse imenso oceano, desconhecendo as regras de navegação e sem sabermos qual o porto de abrigo mais próximo, acabamos por naufragar sem que ningém se dê conta dos pedaços de vida no fundo desse mar. Nas nossas agendas eletrónicas ou nos calendários do outlook não existe espaço para o inesperado, para a surpresa, para o imprevisto, para o encontro não planeado, para o desencontro que nos deixou mágoas, para a contemplação, para o apenas estar, para a conversa fiada e descontraída, para o pararmos a olhar para o que nos encanta...

Não existe espaço para viver, para o essencial da vida, para tudo o que realmente nos pode fazer felizes. Tudo está cronometrado consoante as prioridades e como fruir o tempo não é uma prioridade, antes pelo contrário, acabamos por atropelar a vida e esgotar o tempo que nos foi dado viver.

Na vertigem do quotidiano ansiamos por esse horizonte de esperança, sempre longínquo até ao dia em que acontece, que são as tão desejadas férias. Descanso merecido do guerreiro que em pelejas sucessivas deixou que lhe roubassem o que de melhor nele resistia: o desejo de apenas viver, de contemplar o tempo que é tempo quando apenas momento e não futuro planeado. Mas até esses momentos que desejaríamos só nossos, esse tempo de verdadeiro ócio, a maldita gestão pretendeu enquadrar e aprisionar ao ponto dele se apossar. Para isso criou a indústria do lazer porque tudo tem que ser rentável. The time is money, mesmo o tempo de ócio, o tempo que julgaríamos só nosso. Mas até esse tempo, que pensávamos só nosso, nos roubaram impingindo-nos pacotes em paraísos de nada, numa natureza industrializada, onde os amigos são substituídos pelo vazio e por massas anónimas de desconhecidos que consomem a vida empacotada que lhes oferecem. E também esse tempo se escoa rápido, porque no final apenas resta o vazio de momentos que não sentimos como nossos, mas que contam para o CV das aparências e para o estatuto que nos esforçamos por manter.

A nossa relação com o tempo é bem complicada e, como dizia o estudante de Cabo-Verde, temos mesmo um problema. O tempo flui e nós não nos damos o tempo de fruir o momento, seja ele qual for, sem a pressa de chegarmos para de novo partirmos; fruir apenas esse momento, porque é único e nunca se repetirá, tendo a humildade de reconhecermos que somos limitados e que o importante não é a quantidade do que vivemos, mas a qualidade de cada momento, vivendo-o intensamente como se fosse o último- porque único -,mas com o espanto e com o encantamento da descoberta como se fosse esse o primeiro dia do resto da nossa vida e, como escreveu e cantou Vinicius, seja eterno enquando dure.

Termino, relembrando as palavras do Tolentino Mendonça numa das suas crónicas no jornal «Expresso» e que convosco partilhei no Facebook:

“Não nos podemos iludir com a lógica das compensações: que o tempo que roubamos, por exemplo, às pessoas que amamos procuraremos devolvê-lo de outra maneira, organizando um programa ou comprando-lhes isto e aquilo; ou que o que retiramos ao repouso e à contemplação vamos tentar compensar numas férias extravagantes. (...)Nisto do tempo, por vezes é mais importante saber acabar do que começar, e mais vital suspender do que continuar.”

(...)

A vida de cada um de nós não se basta a si mesma: precisaremos sempre do olhar do outro, que é um olhar o outro, que nos mira de um outro ângulo, com uma outra perspetiva e outro humor. A vida só por intermitências se resolve individualmente, pois o seu sentido só se alcança na partilha e no dom.

Cuidem da VIDA e tentem ser felizes em seara de gente.

José Centeio



publicado por animo às 16:33
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