Demoro tanto a fazer-Te entre nós, bem dentro de cada um de nós. Por que será que desde os primórdios insistimos em ver-Te nas nuvens, envolvendo, em dias de nevoeiro, as cúpulas dos templos que Te dedicámos, quando o que querias, e queres, é que, simplesmente, te tenhamos como companheiro. Obrigado, pela Tua paciência.