Boa noite.
Há alguns dias entrei em contacto convosco, solicitando algumas informações.
Estou a escrever o meu terceiro livro (o primeiro está publicado: "depende do olhar"; o segundo foi enviado para a Editora). Uma das personagens, aos dez anos, é enviada, pelo pai ( sem ter como objectivo a carreira eclesiástica), para um seminário.
Um antigo seminarista respondeu: "Há algumas coisas escritas que são grandes deturpações à verdade.Também é um facto que não são todos iguais.
Contrariamente ao que muitas pessoas pensam(a maioria talvez), eu nunca senti que a prioridade fosse rezar mas sim a formação humana, com muita disciplina, trabalho de equipa, sentido da responsabilidade plural e muito desporto".
Gostaria de auscultar outras opiniões: o motivo e objectivo no ingresso num seminário; a importância dos professores, os que deixaram marca (pela positiva e pela negativa); a relação dos seminaristas entre si; a eventual existência de castigos disciplinares; o papel do reitor; enfim, ter uma ideia da vivência num seminário do ponto de vista de um seminarista.
A minha intenção nunca será especular. Pretendo apenas ficcionar uma personagem, com credibilidade, captar a atenção do leitor, estimular a sua imaginação, e, eventualmente, tornar possível que se retrate.
Mais uma vez agradeço a vossa disponibilidade.
Muitos cumprimentos
Anabela Grancho Pinto anagrancho@gmail.com